Empresários e Microempresários de Zé Doca evitem o golpe do boleto bancário. Saiba se prevenir!.

 
Para evitar golpe, recomendação de especialistas é que empresários não paguem boletos sem antes saber do que se tratam Reprodução
Começo de ano é aquela época em que diversas cobranças começam a chegar na sua casa pelo correio. Sabendo disso, golpistas sempre tentam arrancar dinheiro de pequenos empresários desavisados, enviando-lhes boletos falsos como se fossem dívidas reais.
A fraude não é nova, mas ainda assim, continua a fazer vítimas, especialmente pessoas recém-chegadas ao mundo empresarial. Foi o que aconteceu com uma mulher, pequena empresária, que prefere não ser identificada.
Ela explica que, uma semana após abrir o CNPJ como MEI (Microempresário Individual), recebeu pelos Correios dois boletos.
— Um [boleto] era da Associação Comercial Empresarial do Brasil, de R$ 299,80, que veio vencido, e outro de R$ 279,98, da Associação Comercial e Empresarial do Estado de São Paulo, que venceria em poucos dias. Procurei na internet, descobri que poderia ser um golpe e não paguei. Mas fico preocupada, pois em tão pouco tempo já tiveram acesso aos meus dados.
A maioria das associações que emitem esses boletos é falsa. Basta uma rápida busca na internet para ver que elas não existem.
“O código de barras do boleto que chega com o carnê não será igual ao de um boleto da mesma data gerado no Portal do Empreendedor. Isso não significa que o documento seja falso e ocorre porque, ao criar um novo boleto, o sistema gera um documento atualizado acompanhado de um novo código”, acrescenta a secretaria.
Mais de 5 milhões de brasileiros se tornaram MEIs (Microempreendedores Individuais) em seis anos — O governo instituiu essa modalidade em 2009. O programa beneficia pequenos empresários que tenham faturamento anual de até R$ 60 mil.
O golpe dos boletos falsos é aplicado mesmo antes do MEI ter início. Porém, com cada vez mais pessoas tendo CNPJ, esses bancos de dados se tornaram uma forma de lucro para associações verdadeiras e falsas. O presidente do CRC-SP diz que houve um aumento das fraudes nos últimos cinco anos e admite que a única maneira de não ser vítima é estar ciente de quais cobranças são devidas.
— A gente orienta muito para que se consulte um profissional que vivencie esse tipo de coisa. O profissional da contabilidade vai saber o que é devido e se a cobrança tem respaldo, se é para o sindicato correto, para associação. Porque depois que pagou, perdeu.

Fonte: r7.com

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