Que a história de Roberto Elísio sirva de alerta a todos os Pais

Os pais o tiveram quando já haviam passado dos 40 anos. Morou em casarões com vários empregados e muito conforto. 
Na juventude, teve todos os carros que chegavam à cidade como lançamento, onde meia dúzia de afortunados tinham esse privilégio. 

Foi Mister Maranhão. Pura verdade. Já foi muito bonito. Mas sofreu um acidente de carro que quase o matou. Em seu corpo muitos pinos, parafusos e placas. 
Engordou com os remédios e teve sucessivos casos de depressão, além da dor. 

Tornou-se alcoólatra e talvez tenha usado algumas drogas.

Seus pais... bem, seus pais não infringiram à Roberto nenhum tipo de limite. Pelo contrário, sempre que "Robertinho" se metia em confusão, o pai, coronel respeitado, já chegava com a típica frase: "ninguém toca no meu filho!"

Roberto nunca teve limites, que deveriam ter sido impostos pelos pais. 

Se apoio ou justifico o que ele fez? De forma alguma. Que ele pague na justiça o seu crime e pecado.

Mas, o alerta é para todos. Criemos nossos filhos com senso de moral, ética e justiça, com valores de Deus, para que mais tarde a justiça não o faça!.

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