Clésio Coelho Cunha, Mais um Zedoquense Vencedor, um dos orgulhos da terra

Judiciário:
O homem mostra sua capacidade, seu reconhecimento, e principalmente o seu caráter, através de sua história de vida, que diante de tantas oportunidades de desvio de condutas que a vida oferece aos que não tem propósito os faz seguir, e este ponto de equilíbrio que diferencia o homem de bem dos usurpadores da dignidade, muitas vezes incomoda quem nada tem a contar e apresentar. 


A História de Vida, começa mais ou menos assim:
Este é Clésio Coelho Cunha, neto de uma índia guajajara dona (Rosalina) com um preto baiano, (Afirmava ele ser de lá), e olha só, era chamado, Primitivo Martins Coelho, e tem mais, o cabra era escultor e culto, além de serem rábula e advogado provisionado, e cachaceiro. Não deu nada aos herdeiros a não ser a obrigação de ler os clássicos e outros excessos. 

E assim, minha mãe foi obrigada a aprender o que me ensinou. E ela, de uma humilde professora preta, passou a ser a Professora Isabel Coelho Cunha, que de tantos favores dados em vida, na morte emprestou seu nome a Prédios Públicos em Zé Doca, cidade que seu pai Vicente Cunha ajudou a fundar. O Fórum Eleitoral Professora Isabel Coelho Cunha da cidade de Zé Doca-MA, mulher que: é, foi e sempre será um exemplo dessa bondade.

O complemento desta História assim sucede-se:

O Seu pai, Vicente Holanda Cunha, um desbravador vindo do desespero da seca do Ceará, para tentar mudar de vida aonde o destino lhes pregaria sua história, isto nos anos 50, passou 03 dias dormindo com fome, no coreto dos miseráveis da Praia Grande, isso depois de desembarcar do triste, mas festivo trem, pensando ele que iria subir pelo Rio Mearim. 

Aquele mesmo coreto que hoje fica de frente à entrada da rua que da acesso ao Palácio dos Leões, à prefeitura de São Luís, e ao Tribunal de Justiça onde mais tarde surgiria uma nova história de um vencedor. Em suas lembranças, chegava a ser dito por Clésio. Toda vez que passo na Praia Grande lembra-me com muita pena tudo que meu pai passou. 

Vicente Cunha, só arranjou meio de não morrer de fome graças a bondosa graça do comerciante da Praia Grande, Nagib Haickel que depois esteve deputado, e que nessa época, ainda magro, e acreditou que aquele cearense que era só pele e osso e disposição nos braços, prestava pra ser Juquireiro e o convidou e mandou de lancha para a Região do Pindaré, onde lá determinou trabalhar alugado de braçal para Antonilson, serviço pesado, mas que garantia estar com a barriga cheia. 

O Romance e a outra cara metade:

Foi exatamente por causa dessa conspiração de fatos que uma preta culta se encontrou no povoado Bom Jardim com um cearense danado cabra da peste, que não temia a ninguém nem a nada, e se casaram e construíram uma família de sucesso absoluto, homens e mulheres de bem. Clésio se orgulha das raízes, e com um ar de gratidão exclama sempre em alto e bom tom por onde passa e diz: Sou fruto disso. 

O Sangue, e sua miscigenação, em torno do DNA:

Clésio Coelho Cunha, é Neto de preto com índia Guajajara. Filho de cearense com uma cafuza, mas que de confusa não tinha nada, Mulher que que criou os filhos com os ensinamentos do berço dado pelo negro Primitivo, e com as graças de Deus. 

A História de luta e sucesso:

O hoje Dr. Clésio Coelho Cunha, é formado em Direito pela UFMA, e destacou-se na vida pelo esforço e competência, e tornou-se reconhecido em toda esfera do judiciário e sempre nos mesmos bancos que formaram o Governador e o vaidoso que o persegue, sem nunca ter pisado numa escola particular, pois as lições do colégio Bandeirantes de Zé Doca foi o bastaram para diferencia-lo.

Dr. Clésio Passou em 13 concursos públicos, trabalhou na Caixa Econômica Federal, foi Promotor de Justiça e hoje é Juiz Estadual, já fazem 21 anos, sem nunca ter nem uma piaba, quanto mais um peixe forte para lhes apadrinhar. 

A Família e seu casamento:

Clésio Coelho Cunha construiu família, onde é pai de 03 filhas: a mais velha depois de ter sucesso acadêmico em Brasília e Paris, findou em New York, na Columbia University, e hoje trabalha por lá nas Nações Unidas. 

A segunda, depois de se graduar em médica faz residência em BH com meu genro querido, também médico. E a mais nova, entre o amor e o direito, prestar obséquio aos dois.

O desabafo de um homem de diretos:

Aprendi a fazer as coisas do meu jeito diz Dr. Clésio, E a exercer o papel a mim destinado como corte de régua. Mas de uma hora para outra me vi odiado por um agente de um órgão do Estado do Maranhão, que além de fazer a perseguição penal formal, quer me obrigar a ajuda-lo no papel de perseguidor de pessoas específicas, só por causa de fama, relata o magistrado.

Não sirvo para isso. Não me prestaria a isso. Não quero amizade da coroa, me contento com a embriagues da paixão advinda do abraço amigo. Entendo que Proteção a direitos civis tem que ser integral. É igual a amor, tem que ser completo. Eu acredito que amor pela metade não serve para nós, e proteção pela metade permite um tiro na metade do rosto, que dói de qualquer jeito exclama.

Aí eu pergunto a todos: vamos crucificar alguém só por fama e esperar que o próximo crucificado seja nosso filho ou neto, mesmo que esse alguém seja a BRANCA ou a Preta, ou a Puta, ou Bicha, igual àquela morta em Fortaleza e transportada no Carrinho de Mão? Não se deve ter amor pela metade ou proteção pela metade, que não serve para nós, completa o juiz.

Estou falando nisso por causa da canalhice que foi, eu ser representado, como juiz de direito criminal, no CNJ, por certo agente do Estado do Maranhão no dia 29 de agosto e no dia 30 de agosto, logo no dia seguinte, cópia da representação já ser de domínio do Blog Marrapá e Blog do Garrone, conhecido como Blogs oficias do Estado do Maranhão, e parceiros dos vazamentos feitos pelo agente público, que se diz combativo e altaneiro, mas não passa de um vaidoso com problemas não assumidos, acrescenta.

Ai eu Pergunto a mim mesmo: se isso não é propaganda desse rapaz ou canalhice dele é a prova de um fato repugnante decantado por certa mídia de que esse agente público quer fazer graça ou está a serviço da perseguição a pessoas específicas, coisa nada altaneira.

E eu o que faço? Eu não posso fazer nada a não ser render graças a Deus por ter chegado até aqui, finaliza com tom de um homem que nasceu para vencer obstáculos.

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