A triste Confirmação da candidatura de Roseana Sarney, e o fim trágico de uma família na política

Para quem esperava que a notícia fosse causar grande impacto ou ao menos reboliço nos meios políticos, estava dormindo ou nunca acordou. Roseana Sarney entrar na disputa nunca foi nenhuma novidade, nem mesmo para o Palácio dos Leões.

Jamais foi mistério a disposição dela de voltar ao comando do Maranhão. Agora, em condições bem diferentes. Em 2006 entrou contra o Palácio dos Leões com a certeza de que venceria no primeiro turno o candidato do então governador José Reinaldo Tavares, o ex-prefeito de São Luís, Jackson Lago. E quase chega lá, mas perdeu no segundo turno para a máquina.

No ano que vem, em 2018, espera chegar ao segundo turno para desbancar o atual governador, Flávio Dino. Os cenários são completamente diferentes, com Flávio Dino no poder disputando a própria reeleição, mas nada impossível.

A repercussão da pré-candidatura de Roseana Sarney passou por São Luís desapercebida, no momento em que a cidade lamentava a morte de uma menor de 10 anos e no momento em que a sociedade ainda clama por justiça para que o criminoso seja encontrado e preso.

No interior do Maranhão todos já sabiam e alguns até esperavam o inverso, que a ex-governadora anunciasse de lá pra cá, de Imperatriz, talvez, até a capital.

Roseana inicia uma pré-campanha de forma desorganizada, bem ao estilo dela, e centralizadora. A classe política não sabe com quem conversar e nem Roseana tem paciência para o diálogo.

A Campanha de 2006, quando ela fora do poder foi derrotada, começou assim, apostando na sorte. Naquela época havia um governador chamado Zé Reinaldo que elegeu seu sucessor. Agora, existe Flávio Dino, cego para se reeleger, o que pode fazer a diferença contra ou a favor.

É aguardar!

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