Oligarquia sarneysista derrete igual picolé antes mesmo de iniciar a campanha

           Políticos da velha e nova geração estão com Dino

A estrutura politica que sempre alimentou as eleições do grupo Sarney no Maranhão ao longo de quase cinco décadas começou a derreter feito picolé antes mesmo de iniciar a campanha para o pleito de 2018, quando a oligarquia fará a última tentativa de retomar o comando do Estado.


De todos os rincões e ate mesmo na capital, políticos com e sem mandato até então considerados fiéis ao ex-presidente Sarney, como o ex-ministro do Turismo e ex-deputado Gastão Vieira (PROS), diante da nova realidade em que vive o Maranhão de Flávio Dino, resolveram abandonar a barca sarneysista.


Em Imperatriz, segundo maior colégio do Estado, Roseana perdeu o importante apoio do ex-prefeito Ildon Marques e não contará com Sebastião Madeira (PSDB) uma vez que os tucanos terão no senador Roberto Rocha, o “Asa de Avião”, aliado de aliado de Michel Temer, seu representante na sucessão estadual.


No Sul do Maranhão, particularmente no município de Balsas, onde praticamente todas as correntes políticas locais abraçavam as campanhas dos candidatos do grupo Sarney ao governo, em 2018 não terá quem suba em seu palanque. Até o ex-deputado Chico Coelho, um velho aliado, declarou apoio a Flávio Dino.


Políticos da nova geração, como os deputados André Fufuca (PP), Juscelino Filho (DEM), Junior Marreca (PEN) e até o prefeito de Caxias, Fábio Gentil, que eram tidos com sarneysistas, se descolaram da oligarquia e abraçaram o projeto de reeleição do governador.


Enquanto as adesões ao ao governador aumentam todos os dias, as informações que se tem do grupo Sarney é que está murchando e perdendo terreno em municípios que eram considerados berço sagrado do sarneysismo, mas que hoje não existe quem carregue essa bandeira por ser o símbolo do atraso e da corrupção.


O novo ano que se aproxima, portanto, poderá representar também o último suspiro deste agrupamento político moribundo que infelicitou a vida dos maranhenses ao longo de quase cinco décadas, deixando como herança escolas de taipa, esqueletos de hospitais, desemprego, fome e muitos escândalos de corrupção.


Como o maior temor da pré-candidata Roseana é sair da campanha menor do que entrou, alguns analistas políticos acreditam que a candidatura dela não esteja cem por cem por cento garantida, que lançou a pré-candidatura apenas na tentativa de estancar a sangria.

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