Gleisi Hoffmann Garante ao presidente do PT no maranhão, qual candidato o partido irá apoiar em 2018

A presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann, em reunião com o presidente estadual da legenda, Augusto Lobato, garantiu que, independente da posição que o PT venha tomar em relação à sucessão estadual no Maranhão, não haverá intervenção no Diretório, como ocorreram nas eleições de 2010 e 2014 quando os petistas maranhenses foram obrigados a coligar com candidatos apoiados pela oligarquia Sarney.





Lobato também esteve reunido com o líder maior da CNB, corrente majoritária, José Dirceu, um dos principais aliados de Sarney no PT e ouviu dele a mesma afirmação de que o partido no Maranhão é quem decidirá seu destino nas eleições de outubro próximo e garantiu que, desta vez, não haverá interferência. Dirceu e Gleisi, conforme o dirigente petista, pediram apenas que a direção estadual respeite e acate a decisão que a maioria da militância tomar.

O presidente estadual do PT informou que no período de 18 a 28 de deste mês de fevereiro estará aberto o prazo para os agrupamentos que queiram registrar suas propostas para lançamento de candidatura própria ou apoio a uma candidatura de fora do partido. “As correntes que apoiaram minha eleição para presidente estadual do PT vão registrar a candidatura do governador Flávio Dino, mas se aparecer proposta contrária vamos debater internamente e tomar uma decisão”, observou Lobato em conversa com o titular do blog Jorge Vieira.

Conforme o dirigente petista, as diferenças entre as várias correntes políticas que atuam no partido serão debatidas internamente e sem a interferência de forças estranhas, como ocorreu nas duas últimas eleições majoritárias quando os petistas foram obrigados a compor aliança com Roseana Sarney (MDB) e Edinho Lobão (MDB), dois políticos com a moral enfiada na lama e sem qualquer vínculo com a esquerda brasileira, o que provocou um racha, tendo a grande maioria optado por apoiar Dino.

Lobato adiantou que caso apareça proposta de candidatura própria ou outro nome que não seja Flávio Dino, a discussão se dará exclusivamente pela militância. “E nós vamos trabalhar pela unidade do partido em torno da reeleição do governador Flávio Dino”, enfatizou.

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