Marido é humilhado e apanha MUITO da amante e da mulher ao mesmo tempo

Diante de pedestres numa praça na China, homem levou cadeirada, socos, tapas e safanões, e ficou pelado.

Foi um barraco de dimensões colossais. Aconteceu em praça pública, na China, terra dos quiprocós virais envolvendo um infiel, a amante e a mulher dele. As imagens causaram barulho nas redes sociais asiáticas e ganharam incontáveis compartilhamentos mundo afora. Quem levou a pior na confusão foi o marido. O sujeito, que tinha sido pego com a amante, apanhou dela e da mulher ao mesmo tempo. As rivais esqueceram as diferenças e se uniram para impingir cadeiradas, socos, tapas e safanões, além de rasgar a roupa do sujeito.
“Justiça das ruas”: essa é a expressão controversa que se usa em várias cidades do interior da China para rotular a brigas por infidelidade, filmadas e postadas nas rede sociais. Na maior parte das vezes, a traída ou a amante costumam levar o sarrafo quando o homem comete adultério. Com esse sujeito de bermuda vermelha foi bem diferente.
O adúltero foi xingado e humilhado na praça pela mulher, de vestido preto e “armada” com uma cadeira de madeira, com a ajuda da amante feroz, que pareceu usar conhecimentos de artes marciais para despejar a fúria contra o sujeito.

Dezenas de pedestres, incluindo crianças e adolescentes, testemunharam o pega-pra-capar chinês. Dois deles filmaram o embate, e publicaram na Weibo. Só não se sabe ainda em que cidade chinesa a pancadaria aconteceu. Nem foram descobertos os nomes dos briguentos

Uma das gravações, com pouco mais de 1 minuto, teve mais de 5 milhões de visualizações, segundo o jornal britânico The Sun

As imagens mostram as duas correndo atrás do homem e se atracando com ele no início.  Ele não tem refresco. Corre para se safar, mas é alcançado pela dupla de ex-rivais, bufando e partindo pra cima dele. A esposa levava a cadeira de madeira na mão e batia contra o corpo do marido, enquanto a amante dava beliscões e tapas de frente para ele.

Um garotinho acompanhava de perto o conflito, que teve direito a corre-corre. Outras crianças também viram tudo, mas, por precaução, ficaram numa distância mais segura. Até que o pai do menino, felizmente, o tirou dali.

Ele corria de um lado para outro na praça, na tentativa, inútil, de apanhar menos.

As duas deram a última lição, e o deixaram. Elas não foram presas pela agressão. A polícia nem apareceu. Quando o caso é de “justiça das ruas”, não há oficial ou agente público que dê um jeito nos impiedosos enamorados ou casados chineses.

Fonte: R7

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