Homem preso em Buriticupu jogou corpo de mulher em fornalha de laticínio


Lilian de Oliveira foi assassinada em Goiás
Na última segunda-feira (15), a Polícia Civil de Goiás concluiu as investigações sobre o caso de Lilian de Oliveira, de 40 anos, que sumiu após desembarcar no aeroporto de Goiânia. Um dos suspeitos do crime foi preso no dia 28 de maio, em Buriticupu, no Maranhão.

De acordo com a polícia, a vítima foi assassinada, teve o corpo carbonizado e jogado dentro da fornalha de um laticínio, pertencente a um dos suspeitos do crime.

Segundo as investigações, o dono do laticínio é apontado como mandante do crime. Ainda de acordo com a polícia, o suspeito perdoaria uma dívida de R$ 20 mil de um amigo, comparsa no crime, desde que ele matasse Lilian. Os dois estão presos.

O mandante do crime afirmou à polícia que manteve um relacionamento extraconjugal com Lilian e que se sentia “feito de bobo” por ela já estar com outro relacionamento, além de ter sido chantageado por ela.

O delegado Thiago Martimiano, responsável pelo caso, disse que homem confessou ter assassinado a vítima com uma marretada na cabeça e que, em seguida, com o auxílio do amigo, queimou o corpo.

"Os objeto pessoais foram todos queimados. Depois, tiraram as cinzas, colocaram em um carrinho e descartaram no mesmo local onde são descartadas as cinzas do laticínio. É impossível [localizar os restos mortais]", disse o delegado.

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