Terceiro envolvido no assassinato de vigilantes do Bradesco em Vitória do Mearim é preso em Paço do Lumiar

A Polícia Civil conseguiu localizar e prender, nessa sexta-feira (1º), no bairro Vila São José, em Paço do Lumiar, o homem identificado apenas como Anderson, terceiro integrante do grupo criminoso que assaltou a agência do banco Bradesco em Vitória do Mearim, no dia 25 de agosto deste ano, e executou os dois vigilantes que tentaram impedir a ação criminosa.

Na ocasião, uma mulher que passava na porta do banco durante o assalto foi atingida por um tiro na cabeça enquanto os criminosos fugiam.

Este é o terceiro envolvido no crime a ser localizado pela polícia. Nessa quinta-feira (30), outro acusado foi preso em Imperatriz após ser preso por envolvimento em outro assalto. Ele foi dominado e espancado por populares.

Um dos assaltantes foi alvejado e morto em confronto com policiais civis na zona rural de Vitória do Mearim, no dia 2 de setembro. Apenas um acusado continua foragido.

Após o cumprimento de Mandado de Prisão, o preso foi encaminhado ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas onde ficará à disposição do Judiciário.

O crime

Quatro criminosos armados tentaram assaltar a agência do Bradesco, em Vitória do Mearim, na manhã do dia 25 de agosto deste ano. Os vigilantes reagiram e houve troca de tiros.

No local, morreram os vigilantes identificados como Edson Nascimento Lima, de 40 anos, e Kessio Carlos Fernandes Ribeiro.

Os bandidos ainda atiraram na cabeça de uma jovem conhecida como Yara, de 31 anos, que conseguiu sobreviver.

A polícia informou que quatro bandidos participaram diretamente desse ato criminoso. Eles chegaram à cidade seguindo um carro-forte que foi abastecer a agência.

Após o veículo deixar o local, os bandidos invadiram a agência e anunciaram o roubo. Os criminosos fugiram sem levar nenhum dinheiro do banco.

Armas apreendidas

No dia 2 de setembro, quando do confronto com um dos assaltantes, que terminou morrendo, a polícia conseguiu apreender três pistolas .40 — uma delas usada para atacar os policiais — um revólver calibre 38, que pertencia a um dos vigilantes mortos, e algumas roupas que, segundo as investigações, seriam dos demais integrantes da quadrilha.

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