Presidentes da Câmara e do Senado querem auxilio emergencial como prioritário

Os novos presidentes da Câmara e do Senado declararam o retorno do auxílio emergencial como pauta prioritária. Nos discursos de candidatos e no primeiro discurso de eleito. Então devem passar das palavras à ação. Há grupos nas duas casas que estudam questões como renda mínima, ou ampliação da Bolsa Família.

De novo, a equipe econômica foi passiva e não se adiantou para esta volta nem fez nenhuma engenharia fiscal, mesmo com o aumento do número de casos de Covid-19. Será atropelado como foi na primeira fase da aprovação do amparo social emergencial aos mais pobres. Deveria ter formulado uma engenharia fiscal para abrir espaço para a ampliação desse auxílio. E não o fez porque acreditou no mantra que repetiu o tempo todo: o de que a economia estava voltando em V.

No ano passado, o Congresso é que tomou a iniciativa do auxílio e o executivo propôs 200, 00, o Congresso elevou para R$ 500,00 e o governo elevou para R$ 600 sem ter feito calculo algum de o que isso significaria. O ministério da economia improvisou muito e acabou gastando mais do que o necessário inclusive com quem não precisava nem merecia. Agora terá que improvisar de novo.

Fonte: O Globo

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