Dos quase 100 prefeitos esperados, apenas pouco mais de 30 apareceram no ato oficial de lançamento de pré-candidatura do pedetista ao Palácio dos Leões

A baixa participação de lideranças políticas no evento oficial de lançamento de pré-candidatura ao Palácio dos Leões, realizado em Imperatriz no último sábado (14), acendeu o alerta para o futuro político de Weverton Rocha (PDT) após 2022.

Dos quase 100 prefeitos esperados, apenas pouco mais de 30 apareceram no ato, que para evitar maior esvaziamento precisou ser ocupado por militantes levados por aliados em caravanas para fazer algum volume e simular apelo popular pela entrada do pedetista na eleição do ano que vem.

Desde que começou a perder líderes partidários, gestores municipais e até correlegionários no PDT para Carlos Brandão (PSDB), sucessor e candidato do governador Flávio Dino ao pleito, Weverton passou a correr o risco de não apenas ser derrotado nas urnas no próximo ano, mas também perder forças para 2026, quando estará em jogo a própria cadeira no Senado.

Como esticou demais a corda dada por Dino, e já até declara que não precisa de apoio do governador maranhense para ser eleito, o esperado é que Weverton Rocha não receba mais suporte do grupo que o elegeu na corrida passada –experiência atualmente conhecida pelo senador Roberto Rocha.

Das duas vagas que serão abertas ao Maranhão em 2026, a tendência é de que uma seja ocupada por Carlos Brandão –caso o tucano seja reeleito em 2022 para comandar o Palácio dos Leões– e a outra por alguém realmente aliado, condição que Weverton, na visão de dinistas e brandonistas, perdeu desde que traiu Flávio Dino nas eleições municipais em São Luís, no ano passado. 

PUBLICADO POR YURI ALMEIDA

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