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06 outubro 2026

TSE esclarece interrupção na divulgação da apuração e nega fraude nas eleições

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou a existência de fraude na apuração dos votos do primeiro turno das eleições presidenciais de 2026.



Segundo o tribunal, uma falha técnica interrompeu temporariamente a divulgação dos resultados na internet, mas não afetou a apuração realizada pelas urnas eletrônicas nem a totalização dos votos.

O esclarecimento foi divulgado após a circulação de mensagens e vídeos nas redes sociais que levantaram suspeitas sobre uma suposta interrupção na contagem dos votos para presidente e vice-presidente da República. As publicações faziam referência ao momento em que 64,81% das urnas haviam sido apuradas.

De acordo com o TSE, o problema ocorreu na noite de 4 de outubro e durou aproximadamente 50 minutos. Por volta das 19h14, um dos módulos responsáveis pela divulgação dos resultados na internet apresentou uma “contenção no processamento” provocada pelo aumento no volume de dados.

A falha atingiu exclusivamente a visualização nacional dos resultados, identificada no sistema como “Brasil”. Essa tela reúne os números consolidados da votação para presidente e vice-presidente em todo o país.

O tribunal afirma que o problema não interrompeu o processo de apuração dos votos nas urnas e também não comprometeu a totalização. Durante o período em que a visualização nacional ficou indisponível, os resultados dos estados continuaram sendo atualizados normalmente.

Os arquivos disponibilizados individualmente por estado também continham os dados referentes à disputa presidencial, permitindo o acompanhamento da votação mesmo durante a interrupção da visualização nacional.

Segundo o TSE, o sistema voltou a funcionar normalmente às 20h04. O tribunal informou ainda que está desenvolvendo uma nova rotina técnica para evitar que situações semelhantes voltem a ocorrer durante a divulgação dos resultados.

Em nota, o TSE classificou como falsa a informação de que a interrupção teria relação com fraude eleitoral.

“Circulam nas redes sociais mensagens e vídeos afirmando que houve fraude nos resultados da votação para presidente no 1º turno das Eleições 2026. A informação é falsa”, afirmou o tribunal.

A Corte explicou que a paralisação ocorreu exclusivamente em um dos módulos utilizados para apresentar os resultados na internet. Segundo o órgão, o programa de divulgação “pausou inesperadamente” em razão do aumento no volume de dados registrado por volta das 19h14.

O TSE reforçou que a ocorrência não teve impacto sobre os votos registrados pelas urnas eletrônicas nem sobre o processo de totalização.

“A interrupção afetou a divulgação dos resultados, mas não a apuração dos votos nem a totalização”, afirmou o tribunal.

A Justiça Eleitoral também informou que trabalha no aprimoramento do sistema para reduzir o risco de novas interrupções na apresentação dos resultados durante as próximas etapas do processo eleitoral.

Caiado e Zema anunciam apoio a Flávio na disputa com Lula no 2º turno da eleição

A disputa presidencial de 2026 ganhou um novo capítulo político nesta segunda-feira (5), com o posicionamento de dois nomes que chegaram ao primeiro turno como alternativas dentro do campo da direita: Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) anunciaram apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O movimento acontece menos de 24 horas depois da divulgação do resultado do primeiro turno e coloca em evidência a tentativa de reorganização do eleitorado de centro-direita e direita para a votação marcada para 25 de outubro.

Quanto Caiado e Zema receberam nas urnas?

Os dois candidatos terminaram o primeiro turno fora da disputa presidencial, mas seus resultados representam um contingente eleitoral que passa a ser observado pelas duas campanhas.

Segundo os dados consolidados da apuração:

  • Ronaldo Caiado (PSD): 2.605.148 votos — 2,18%
  • Romeu Zema (Novo): 326.488 votos — 0,27%

Somados, Caiado e Zema receberam 2.931.636 votos no primeiro turno.

É importante destacar que esses votos não são automaticamente transferidos para Flávio Bolsonaro. O apoio político dos candidatos não significa que todos os seus eleitores necessariamente seguirão a mesma orientação no segundo turno.

Flávio terminou na frente de Lula

Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno com 56.104.503 votos (47,03%), enquanto Lula obteve 53.879.538 votos (45,16%).

A diferença foi de aproximadamente 2,22 milhões de votos.

O resultado levou os dois candidatos ao segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Esse cenário torna ainda mais relevantes os votos dos candidatos que ficaram pelo caminho. Além de Caiado e Zema, Augusto Cury recebeu 3.448.569 votos, enquanto Renan Santos obteve 2.675.887.

🤝 Caiado: peso político além dos votos

O apoio de Ronaldo Caiado possui uma dimensão que vai além dos seus 2,6 milhões de votos.

Ex-governador de Goiás, Caiado mantém influência política no estado e entre setores do agronegócio e lideranças municipais. Ele deverá oficializar o apoio a Flávio em um ato em Goiânia nesta terça-feira (6), com a participação do governador reeleito Daniel Vilela (MDB), prefeitos e outras lideranças.

O PSD, entretanto, não fechou apoio nacional a um dos candidatos e liberou seus filiados para escolherem entre Flávio e Lula. Portanto, a decisão de Caiado não representa automaticamente uma adesão de todo o partido.

🇧🇷 Zema também entra no segundo turno

Romeu Zema anunciou seu apoio a Flávio Bolsonaro nesta segunda-feira.

O ex-governador de Minas Gerais terminou o primeiro turno com 326.488 votos, equivalentes a 0,27% dos votos válidos.

A declaração de Zema reforça a aproximação de diferentes setores da direita em torno da candidatura de Flávio para a segunda etapa da eleição.

🔥 O impacto político

O principal impacto desses apoios está na reorganização das forças que disputaram o primeiro turno.

Flávio Bolsonaro conseguiu chegar ao segundo turno com uma vantagem de mais de dois milhões de votos sobre Lula. Agora, sua campanha busca ampliar essa vantagem atraindo eleitores que escolheram candidatos que não avançaram para a etapa final.

Caiado e Zema, juntos, tiveram quase 2,93 milhões de votos. O número é próximo da vantagem obtida por Flávio sobre Lula no primeiro turno, mas a transferência não pode ser tratada como automática.

Além disso, existem aproximadamente 9 milhões de votos distribuídos entre os candidatos que ficaram fora do segundo turno, tornando esse eleitorado um dos principais focos da disputa nas próximas semanas.

⚖️ Uma nova configuração eleitoral

O cenário revela uma eleição que começa o segundo turno com três grandes desafios:

Para Flávio Bolsonaro: consolidar os votos que já recebeu, ampliar sua base entre os eleitores dos candidatos derrotados e transformar os apoios políticos recebidos em adesão eleitoral.

Para Lula: buscar votos entre os eleitores dos candidatos que ficaram fora da disputa e reduzir a vantagem registrada por Flávio no primeiro turno.

Para os eleitores de Caiado e Zema: decidir individualmente se acompanharão a orientação dos candidatos, optarão por Lula, votarão nulo/branco ou não comparecerão às urnas.

Assim, Caiado e Zema não entregam automaticamente seus quase 2,93 milhões de votos a Flávio, mas seus posicionamentos acrescentam novas alianças e alteram a configuração política do segundo turno.

A partir de agora, a eleição deixa de ser apenas uma disputa entre os dois candidatos mais votados e passa a ser também uma disputa pela recomposição das alianças e pela conquista dos milhões de eleitores que ainda não definiram seu voto para 25 de outubro.

Fonte dos resultados eleitorais: dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral e compilação da apuração.


Pesquisas mequetrefes!!! Institutos erram feio em pesquisas para presidente, governos e Senado

Levantamentos das últimas semanas divergem dos resultados do 1º turno nas disputas para presidente, governadores e senadores

Os resultados do 1º turno das eleições revelaram cenários distintos dos projetados por pesquisas de opinião divulgadas nas últimas semanas em alguns estados. Tanto no âmbito nacional, quanto no estadual, os principais institutos do países projetaram panoramas divergentes dos observados nas urnas, no domingo (4/10).

Os institutos minimizaram os erros, alegando que as pesquisas indicam “retratos do momento” e que houve até indicação de forte “voto útil de direita” a favor de Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial.

Mas o fato é que nenhuma das últimas sondagens divulgadas para disputa presidencial conseguiu projetar o resultado real de domingo. Levantamentos feitos por Datafolha, Quaest, Atlas, CNT e Real Time Big Data, dias anteriores ao da votação, mostram o presidente Lula na liderança das intenções de voto.

Ao fim da apuração, já na madrugada de segunda-feira (5/10), as urnas apontavam vantagem do senador Flávio Bolsonaro (PL), com 47% dos votos, seguido por Lula, com 45%.

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A diferença foi de 2,2 milhões de votos a favor do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Projeções do 1º turno para presidente

Datafolha

  • Lula (PT): 45%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 42%

Pesquisa Quaest

  • Lula (PT): 46%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 45%

Real Time Big Data 

  • Lula (PT): 43%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 39%

Pesquisa Atlas/Intel

  • Lula (PT): 47%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 44,1%

Pesquisa CNT

  • Lula (PT): 47,8%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 42,1%

Governos

Os erros também se repetiram em pesquisas para os governos locais. Situações semelhantes foram registradas no Distrito Federal e no Rio de Janeiro, por exemplo.

Governo do Distrito Federal

No Distrito Federal, por exemplo, a maioria dos levantamentos mais recentes em relação ao 1º turno indicava vitória tranquila da atual governadora Celina Leão (PP) sobre o petista Leandro Grass ainda em 1º turno.

No entanto, ao fim da apuração, as urnas indicaram a necessidade de realização de segundo turno entre os dois. Celina recebeu 49,9%, e Grass ficou com 34,4% dos votos válidos.

As pesquisas no DF

Quaest

  • Celina Leão (PP): 53%
  • Leandro Grass (PT): 32%

Real Time

  • Celina Leão (PP): 52%
  • Leandro Grass (PT): 29%

Datafolha

  • Celina Leão (PP): 55%
  • Leandro Grass (PT): 27%

Atlas

  • Celina Leão (PP): 45,3%
  • Leandro Grass (PT): 34%

Governo do Rio de Janeiro

O resultado do 1º turno no estado do Rio de Janeiro demonstra larga discrepância com os últimos cenários projetados por institutos de pesquisa. No estado, a maioria dos levantamentos trazia o ex-prefeito da capital carioca Eduardo Paes (PSD) na vantagem das intenções de voto, seguido por Douglas Ruas (PL).

A apuração das urnas no estado, contudo, foi encerrada com Ruas liderando as intenções de voto com 49% dos votos, seguido por Paes, que angariou 42% dos votos. A definição para o próximo governador carioca em um primeiro momento ficará para o 2º turno, disputado no dia 25 de outubro.

No entanto, caso a desistência do ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) de um recurso seja confirmada pela Justiça Eleitoral e os votos que ele recebeu sejam considerados nulos, Ruas já venceria em 1º turno. O processo ainda está sendo analisado.

As pesquisas no Rio

Quaest 

  • Eduardo Paes (PSD): 49%
  • Douglas Ruas (PL): 40%

Real Time Big Data 

  • Eduardo Paes (PSD): 37%
  • Douglas Ruas (PL): 31%

Datafolha 

  • Eduardo Paes (PSD): 49%
  • Douglas Ruas (PL): 40%

AtlasIntel

  • Eduardo Paes (PSD): 46,4%
  • Douglas Ruas (PL): 38%

Erros no Senado

Mas os erros não aconteceram somente em relação à disputa presidencial e aos governos locais. A situação também se repetiu em várias unidades da Federação. Três, em especial, chamaram a atenção: Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.

As pesquisas indicavam muita disputa pelas vagas. No entanto, após a apuração das urnas, as situações foram bem diferentes.

Senado em Brasília

Na capital federal, os institutos traziam um cenário com Michelle Bolsonaro (PL) quase sempre liderando, mas a segunda vaga ora oscilava entre Bia Kicis (PL) e Leila do Vôlei (PDT), com a petista Erika Kokay pontuando bem em algumas situações.

Abertas as urnas, a situação foi bem diferente: Michelle ficou com 29,05%, e Bia somou 27,44%. As duas foram eleitas. Leila terminou com 21,25%, e Erika ficou com 18,91%.

Pesquisas Senado DF

Quaest

  • Michelle: 31%
  • Leila: 27%
  • Bia: 24%
  • Erika: 17%

Datafolha

  • Michelle: 30
  • Bia: 24
  • Leila: 21
  • Erika: 18

AtlasIntel

  • Bia: 27,2%
  • Michelle:  26,1%
  • Leila: 21,3%
  • Érika: 21,3%

Senado no Rio de Janeiro

A corrida para o Senado no Rio de Janeiro também não foi diferente, com a reeleição do senador Carlos Portinho (PL), com 26% dos votos, e de Carlos Jordy (PL), com 24%, as últimas sondagens apontavam a candidata do Partido dos Trabalhadores (PT), Benedita da Silva, como ocupante de uma das vagas para a Casa Alta pelo estado.

E, em alguns dos levantamentos, com a maior vantagem numérica entre os candidatos. Benedita, contudo, não foi eleita pelo estado.

Quaest 

  • Carlos Portinho (PL): 23%
  • Carlos Jordy (PL): 22%
  • Benedita da Silva (PT): 21%
  • Pedro Paulo (PSD): 13%

Real Time Big Data 

  • Carlos Jordy (PL): 18%
  • Benedita da Silva (PT): 15%
  • Carlos Portinho (PL): 14%
  • Pedro Paulo (PSD): 12%

Datafolha 

  • Benedita da Silva (PT): 26%
  • Carlos Potinho (PL): 19%
  • Carlos Jordy (PL): 18%
  • Pedro Paulo (PSD): 13%

AtlasIntel

  • Carlos Jordy (PL): 23%
  • Benedita da Silva (PT): 21,8%
  • Carlos Potinho (PL): 21,8%
  • Mônica Benicio (PSOL): 11,6%

Senado em SP

As pesquisas de véspera sobre o Senado em São Paulo mostravam uma situação bastante embolada. As projeções indicavam um empate técnico entre os quatro principais concorrentes. Pelos dados, não era possível indicar quem seria eleito.

No entanto, com a apuração das urnas, a situação foi completamente diferente: Guilherme Derrite (PP) teve 30,59%, André do Prado (PL) somou 29,28%, Simone Tebet (PSB) registrou 19,23% e Marina Silva contabilizou 18,12%.

As pesquisas recentes para o Senado em SP

  • Guilherme Derrite (PP): 25%
  • André do Prado (PL): 23%
  • Marina Silva (Rede): 22%
  • Simone Tebet (PSB): 22%

Datafolha

  • Derrite: 22%
  • André: 22%
  • Marina 21%
  • Tebet: 20%

AtlasIntel

  • Derrite: 25,9%
  • André: 24,2%
  • Tebet: 22,2%
  • Marina: 21,5%

“Retratos de momento”

Procurado pelo Metrópoles, o diretor executivo do instituto Real Time Big Data minimizou as diferenças e explicou que as pesquisas eleitorais são “retratos de momento”, e não previsões de futuro. “O conceito de pesquisa é diferente do resultado da urna”, explica Lucas Thut Sahd.

“As pesquisas representam um cenário daquele espaço do momento em que ela foi feita e podem apontar tendências”, afirma. Ainda segundo Sahd, as sondagens foram capaz de captar o crescimento de Flávio Bolsonaro nos últimos meses, inclusive apontando o senador com vantagem numérica em 2º turno contra Lula.

“Todas as pesquisas captaram a subida de Flávio. Não mostram ele passando Lula, mas nesses resultados também pesam o sentimento do eleitor no dia e no momento da votação, que as pesquisas quantitativas não são capazes de captar. O que vimos foi os candidatos de terceira via desidratando e, como representada por candidatos vistos mais como de direita, que podem ter migrado para Flávio. A questão do voto útil e a totalização dos votos que é feita com contagem das abstenções”, analisa o diretor-executivo do Real Time.

Em post no X, Felipe Nunes, diretor da Quaest, falou em “poucas surpresas” e disse que as pesquisas captaram “voto útil de direita” em Flávio.

“Quem acompanhou a eleição brasileira pelas tendências das pesquisas da Quaest teve poucas surpresas na noite de ontem [4/10]. Os levantamentos publicados conseguiram captar tendências que se confirmaram nas urnas, incluindo o voto útil da direita na eleição presidencial, um recorde de vitórias em 1º turno nos estados e o desfecho de algumas das disputas estaduais mais apertadas do país”, disse.

“Na eleição para presidente, a Quaest divulgada na véspera captou forte ‘voto útil de direita’ em favor de Flávio Bolsonaro. Caiu de 14% para 7,8% a votação dos outros candidatos na última semana, enquanto Flávio foi de 40% a 47%. Lula ficou estável. As urnas apenas confirmaram a tendência que já aparecia na pesquisa”, defendeu.

Distorções no Senado

Em relação à votação para o Senado Federal, o professor do curso de ciência política da Universidade Federal do Piauí (UFPI) Elton Gomes pontua que é difícil fazer projeções para a Casa Alta do Congresso Nacional. “O brasileiro, via de regra, se importa muito pouco com a eleição de senador e, portanto, leva a essas distorções nas pesquisas”, pontua.

“Esse tipo de comportamento, profundamente arraigado no Brasil, traz dificuldades para os institutos de pesquisas. Além do baixo interesse, há um nível muito grande de indecisos e muita gente opta por só escolher o senador nos últimos dias ou até no dia da eleição, mesmo sem entender muito bem o que ele faz”, avalia Gomes.

 

Já o cientista político Antônio Lavareda também chama a atenção para o recorte feito nas pesquisas, ressaltando que os levantamentos retratam a distribuição das preferências entre os eleitores considerados na amostra, e não necessariamente o resultado final da votação.

O analista ainda registra que o índice de abstenção pode ter prejudicado mais o presidente Lula do que o senador Flávio Bolsonaro. De acordo com Lavareda, a abstenção é historicamente mais alta entre a população de baixa renda, que é aquela que vota no candidato petista.

“Quem perde voto nesse contingente é o Lula, pelo largo quantitativo dos votos dos pobres e baixa escolaridade que formam esse bloco, e faixa em que se dá a abstenção”, pontua Lavareda, ao explicar que estimativa das abstenções também é desafiadora, já que um eleitor pode declarar uma intenção de voto na pesquisa, mas não comparecer às urnas no dia da eleição, o que pode gerar diferenças entre as projeções e o resultado efetivo.

Ao Metrópoles, o diretor-executivo da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, explica ainda que o instituto suspendeu as sondagens para Senado nos últimos dias antes das eleições devido à dificuldade de medir a intenção de voto real para a Casa Alta do Congresso Nacional.

“Tínhamos um índice de 35% a 45% de eleitores que escolhia o primeiro candidato mas não declarava voto para a segunda vaga”, pontua Idalgo, ao explicar que este é um hábito comum do eleitor brasileiro que tende a decidir o voto para o Senado próximo ao dia da eleição, prejudicando as projeções.

Por Metrópoles

Rompimento político: liderança anuncia saída do grupo Weba e defende “pacificação” em Nova Olinda do Maranhão

Olá, população de Nova Olinda, meus amigos em geral e toda a comunidade.

Estou um pouco rouco aqui, mas não poderia deixar de vir conversar com vocês para esclarecer algumas questões que estão acontecendo.

Quero dizer a vocês, meus amigos, que lealdade é uma característica que não deveria ser quebrada. Mas não foi isso que foi visto dentro do nosso grupo político ontem, com os resultados das eleições.

Vocês são sabedores que eu, assim como esse grupo político, tinha um candidato específico, uma deputada federal, inclusive um deputado que já fez muito por Nova Olinda, e a gente deveria ser grato por tudo que ele fez.

Mas, infelizmente, alguns integrantes da família Weba trouxeram outro candidato e acabaram tumultuando a situação, o que, claro, acabou atingindo o resultado final da eleição.

Diante disso, eu confesso para vocês que fiquei chateado, fiquei magoado com algumas pessoas, principalmente pela forma como agiram. E quero deixar ciente para toda a comunidade que, a partir de agora, eu não faço mais parte do grupo Weba.

Agradeço por todo o tempo que tive lá. Cumpri com o meu papel, assim como também cumpriram comigo. Mas, diante dessas situações, a vida segue por outro rumo.

Quero aqui desejar boa sorte a todos e dizer que Nova Olinda do Maranhão hoje busca uma política mais saudável, busca também uma política de união, mas, principalmente, de pacificação.

Uma cidade como a nossa, onde a gente tem presenciado muitas discórdias entre amigos, discórdias entre famílias e até discórdias dentro da igreja, tudo por conta da política.

Então, eu acho que chegou o momento de a gente dar um basta nisso e, em forma de união, buscar a pacificação e fazer com que a nossa cidade volte a ser mais tranquila.

Então, ficam aqui os meus esclarecimentos.

Quero dizer para vocês da gratidão que tenho por todos e, claro, pedir que Deus continue sempre nos abençoando.

Valeu!....

E agora, qual será o próximo caminho de Ari Menezes?

Com o anúncio de sua saída do grupo Weba, uma pergunta começa a circular nos bastidores da política de Nova Olinda do Maranhão: será que Ari Menezes poderá caminhar ao lado de Josimar Maranhãozinho ou se aproximar do grupo de Junior Garimpeiro?

Até o momento, não há confirmação pública de uma nova aliança. O que existe é a expectativa sobre os próximos passos de Ari Menezes após o rompimento anunciado.

A saída do grupo Weba abre espaço para novas articulações políticas e pode movimentar o cenário local. Quem será o próximo grupo a contar com o apoio de Ari Menezes? Essa é uma pergunta que, por enquanto, permanece em aberto.


Veja o Video in loco... 


05 outubro 2026

MARANHÃO ELEGE 60 DEPUTADOS: 42 ESTADUAIS E 18 FEDERAIS; VEJA OS MAIS VOTADOS E A FORÇA POLÍTICA DE ZÉ DOCA E DO ALTO TURI

MDB conquista as maiores bancadas, PL mantém forte presença e região do Alto Turi ganha destaque com nomes ligados a Zé Doca.

O Maranhão encerrou a apuração das Eleições 2026 com uma nova configuração política para o Legislativo. Ao todo, 60 deputados foram eleitos pelo estado, sendo 42 deputados estaduais, que irão compor a Assembleia Legislativa do Maranhão, e 18 deputados federais, que representarão o estado na Câmara dos Deputados, em Brasília.

A eleição definiu não apenas os nomes que ocuparão as cadeiras a partir de 2027, mas também redesenhou a força dos principais grupos políticos do Maranhão.

Segundo os resultados divulgados após a totalização, o MDB foi o partido que mais elegeu deputados estaduais, com 17 cadeiras, enquanto o PL ficou com sete. Na Câmara Federal, o MDB também terminou na liderança, com cinco deputados eleitos, seguido pelo PL, com quatro.

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA: 42 DEPUTADOS ELEITOS

A maior votação para deputado estadual foi de Maedja Campos (PDT), que recebeu 102.694 votos.

Na sequência aparecem Gleydson, do MDB, com 95.645 votos, e Paulo Casé Fernandes, do União, com 95.608.

OS 42 DEPUTADOS ESTADUAIS ELEITOS

  1. Maedja Campos (PDT) — 102.694 votos
  2. Gleydson (MDB) — 95.645
  3. Paulo Casé Fernandes (União) — 95.608
  4. Cricielle (PT) — 85.630
  5. Detinha (PL) — 83.546
  6. Josimar (PL) — 83.112
  7. Douglas Pinto (PSD) — 82.338
  8. Vanessa Marreca (MDB) — 81.322
  9. Aluízio Santos (PL) — 77.591
  10. Marcos Miranda Junior (PSB) — 76.687
  11. Bruna Pessoa (MDB) — 73.125
  12. João Igor Carvalho (PDT) — 69.440
  13. Tiago Fernandes (MDB) — 66.500
  14. Ulisses Gonçalves (PL) — 66.214
  15. Daniella (MDB) — 66.040
  16. Abigail Cunha (MDB) — 65.720
  17. Antonio Pereira (MDB) — 64.204
  18. Segundo (PL) — 63.000
  19. Davi Brandão (MDB) — 61.692
  20. Ivo Rezende (MDB) — 59.982
  21. Florencio Neto (MDB) — 59.353
  22. Solange Almeida (PL) — 58.649
  23. Rui Jorge (MDB) — 54.786
  24. Paula Prata (PSD) — 52.300
  25. Luanna (PT) — 51.260
  26. Tulio Rezende (MDB) — 50.716
  27. Cláudio Cunha (PL) — 49.394
  28. Neto Evangelista (MDB) — 48.329
  29. Nagib (MDB) — 47.348
  30. Ariston (MDB) — 46.511
  31. André Campos (Republicanos) — 45.740
  32. Claudia Coutinho (MDB) — 44.914
  33. Junior Viana (MDB) — 44.762
  34. Eric Costa (Republicanos) — 43.502
  35. Cid Costa (PDT) — 35.469
  36. Catulé Junior (Republicanos) — 34.670
  37. Dino do Aldenora Belo (PSD) — 33.664
  38. Natália do Júnior Garimpeiro (União) — 32.486
  39. Junior Cascaria (Republicanos) — 32.338
  40. Dr. Leonardo Sá (PRD) — 30.876
  41. Junior Vieira (PSD) — 28.914
  42. Leandro Bello (PSB) — 27.328

Os números e a ordem dos candidatos seguem a totalização divulgada para o Maranhão.

MDB DOMINA A ASSEMBLEIA

O resultado para deputado estadual mostra uma grande concentração de cadeiras no MDB.

Bancadas eleitas:

  • MDB — 17 deputados
  • PL — 7 deputados
  • PSD — 4 deputados
  • Republicanos — 4 deputados
  • PDT — 3 deputados
  • União — 2 deputados
  • PT — 2 deputados
  • PSB — 2 deputados
  • PRD — 1 deputado

O MDB, sozinho, conquistou 17 das 42 cadeiras da Assembleia Legislativa. O PL aparece como segunda maior bancada, com sete parlamentares.


CÂMARA FEDERAL: 18 MARANHENSES EM BRASÍLIA

Na disputa para deputado federal, o campeão de votos foi Pedro Lucas Fernandes (União), com 188.853 votos.

Ele foi seguido por Iracema Vale (MDB), com 179.351 votos, e Vinicius Ferro (MDB), com 166.880.

OS 18 DEPUTADOS FEDERAIS ELEITOS

  1. Pedro Lucas Fernandes (União) — 188.853 votos — reeleito
  2. Iracema Vale (MDB) — 179.351
  3. Vinicius Ferro (MDB) — 166.880
  4. Fabiana Vilar (PL) — 160.361
  5. Aldir Junior (PL) — 141.764
  6. Amanda Gentil (PP) — 137.642 — reeleita
  7. Larissa DP (MDB) — 137.136
  8. Erlanio Xavier (PDT) — 127.715
  9. Juscelino Filho (PSDB) — 124.794 — reeleito
  10. Hildo Rocha (MDB) — 115.172
  11. Mariana Carvalho (PL) — 113.228
  12. Junior Lourenço (MDB) — 107.410 — reeleito
  13. Marreca Filho (PRD) — 99.698 — reeleito
  14. Rubens Pereira Jr (PT) — 92.916 — reeleito
  15. Josivaldo JP (União) — 87.663 — reeleito
  16. Aluisio Mendes (Republicanos) — 83.152 — reeleito
  17. Dr. Orlando (PL) — 82.827
  18. Márcio Jerry (PCdoB) — 54.953 — reeleito

Dos 18 eleitos, nove conseguiram a reeleição e cinco são mulheres.


MULHERES GANHAM ESPAÇO NA BANCADA FEDERAL

A nova bancada maranhense em Brasília terá cinco mulheres:

Iracema Vale (MDB)
Fabiana Vilar (PL)
Amanda Gentil (PP)
Larissa DP (MDB)
Mariana Carvalho (PL)

O resultado representa uma presença feminina importante na representação do Maranhão na Câmara dos Deputados.


O DESTAQUE DO PL E A FORÇA DE ZÉ DOCA

Entre os resultados que mais chamam atenção para a política regional está o desempenho do PL, especialmente pelo grupo político que possui forte atuação em Zé Doca e no Alto Turi.

O município de Zé Doca é uma das principais bases políticas do grupo liderado por Josimar Maranhãozinho, que tem atuação regional construída ao longo dos anos.

A Câmara Municipal de Zé Doca já registrou oficialmente a atuação conjunta de Josimar, Detinha e Fabiana Vilar em demandas do município, inclusive em articulações relacionadas à infraestrutura e ao abastecimento de água.

E o resultado de 2026 reforça essa presença.

O grupo elegeu:

Assembleia Legislativa

Detinha (PL) — 83.546 votos
Josimar (PL) — 83.112 votos
Aluízio Santos (PL) — 77.591 votos
Ulisses Gonçalves (PL) — 66.214 votos
Segundo (PL) — 63.000 votos
Solange Almeida (PL) — 58.649 votos
Cláudio Cunha (PL) — 49.394 votos

Câmara Federal

Fabiana Vilar (PL) — 160.361 votos
Aldir Junior (PL) — 141.764 votos
Mariana Carvalho (PL) — 113.228 votos
Dr. Orlando (PL) — 82.827 votos

O resultado mostra que o PL conseguiu construir uma bancada expressiva tanto na Assembleia quanto na Câmara Federal.


ZÉ DOCA NO CENTRO DO TABULEIRO POLÍTICO

A importância de Zé Doca para esse grupo não é apenas eleitoral.

Documentos oficiais da Câmara Municipal registram que vereadores do município destacaram a atuação de Josimar, Detinha e Fabiana Vilar em defesa de demandas locais.

Em uma ata oficial, vereadores mencionaram reuniões com os parlamentares e destacaram a participação de Fabiana Vilar em questões relacionadas ao abastecimento de água de Zé Doca.

A atuação também aparece em documentos e manifestações públicas relacionadas à região do Alto Turi.

Em pronunciamento na Assembleia Legislativa, Fabiana Vilar foi destacada por sua atuação na região do Turi e no Alto Turi.

Com os resultados de 2026, a região passa a observar uma nova correlação de forças.

Zé Doca continua sendo um município estratégico para a política regional e para a articulação do grupo que reúne lideranças municipais e parlamentares do PL.


O QUE O RESULTADO REPRESENTA PARA O MARANHÃO?

A nova composição deixa alguns sinais claros.

MDB será a maior força na Assembleia

Com 17 deputados estaduais, o MDB terá uma posição privilegiada nas articulações da Assembleia Legislativa.

PL mantém uma bancada forte

Com sete estaduais e quatro federais, o partido terá presença significativa nos dois níveis do Legislativo.

Câmara Federal terá nove reeleitos

A metade da bancada federal maranhense, aproximadamente, conseguiu permanecer em Brasília.

Cinco mulheres chegam à Câmara Federal

A representação feminina terá nomes de diferentes partidos e regiões do estado.

Alto Turi continua com peso político

O resultado confirma que a região continua sendo um importante território de articulação eleitoral e política no Maranhão.


E AGORA?

A eleição terminou, mas uma nova disputa começa nos bastidores.

Na Assembleia Legislativa, uma das principais questões será justamente a formação da Mesa Diretora e a disputa pela Presidência da Casa.

Com 42 deputados eleitos e bancadas de diferentes tamanhos, a capacidade de articulação dos partidos será determinante.

No Congresso Nacional, os 18 deputados terão pela frente a tarefa de defender interesses do Maranhão em Brasília, especialmente nas áreas de infraestrutura, saúde, educação, segurança pública, agricultura e desenvolvimento regional.

Para municípios como Zé Doca e os demais integrantes do Alto Turi, a presença de parlamentares com ligação política com a região poderá representar uma importante ponte de diálogo com o Governo Federal e com o Governo do Estado.


O NOVO MAPA POLÍTICO DO MARANHÃO

As urnas de 2026 produziram um Maranhão politicamente diferente.

60 deputados foram eleitos.

42 estaduais.

18 federais.

O MDB saiu como a maior força partidária da Assembleia e também liderou a bancada federal.

O PL, por sua vez, garantiu uma presença expressiva nas duas Casas e manteve forte influência em regiões estratégicas do estado.

E no Alto Turi, especialmente em Zé Doca, o resultado eleitoral reforça a importância da região no cenário político maranhense.

A partir de 2027, esses 60 parlamentares terão quatro anos para transformar votos em atuação política, recursos, leis, fiscalização e investimentos.

A eleição acabou. Agora começa a cobrança.

NAÃ RAMOS — A NOTÍCIA QUE NÃO SE VENDE

Jornalismo com credibilidade.

02 outubro 2026

ZÉ DOCA: Orleans Brandão recebe apoio do tricampeão brasileiro de vaquejada Dheovane Almeida e reitera compromisso de estimular o esporte


O candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão (MDB), recebeu o apoio do renomado vaqueiro Dheovane Almeida, tricampeão brasileiro de vaquejada e um dos grandes nomes do esporte no país. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o campeão maranhense aparece ao lado de familiares, que também manifestaram apoio à candidatura do emedebista.

Natural de Zé Doca, Dheovane construiu uma trajetória de destaque nas pistas, levando o nome do Maranhão a grandes competições nacionais.

Além de manifestar apoio a Orleans, Dheovane Almeida conclamou a categoria a fazer o mesmo. “Estamos passando para confirmar que somos 15 e pedimos a todos os vaqueiros que apoiem também o Orleans”, disse ele, no vídeo divulgado nas redes sociais.

Com resultados expressivos e atuações por importantes equipes e haras, o vaqueiro tornou-se referência para competidores e admiradores da modalidade. Entre as conquistas que consolidaram sua carreira está o tricampeonato na categoria profissional do Campeonato Portal Vaquejada.

A manifestação de Dheovane e de seus familiares soma à candidatura de Orleans o reconhecimento de uma família ligada à vaquejada e de um atleta com projeção nacional.

Amante e incentivador do esporte, Orleans Brandão agradeceu o apoio do campeão, de sua família e dos vaqueiros maranhenses. Ele reiterou o compromisso de estimular a prática da vaquejada com segurança, cuidado e responsabilidade, valorizando os atletas e a tradição que é admirada por milhares de maranhenses.

01 outubro 2026

Tutóia lota as ruas e Orleans Brandão destaca turismo como motor de desenvolvimento e geração de renda


Uma noite de grande participação popular marcou, nesta quarta-feira (30), o encerramento da maratona de encontros de Orleans Brandão (MDB) pelo Baixo Parnaíba. Em Tutóia, a quatro dias das eleições, o candidato ao Governo do Maranhão percorreu as ruas em um grande arrastão e terminou a programação na Praça da Família, que ficou completamente lotada. Diante da população, Orleans destacou principalmente o potencial turístico do município como caminho para geração de emprego, renda e novas oportunidades.

Com belezas naturais e destinos como o Arpoador, Tutóia foi apresentada pelo emedebista como um município com grande potencial para ampliar o turismo e movimentar a economia local. “Nós iremos juntos transformar Tutóia em um celeiro de oportunidades. E eu vou fazer isso através de obras na cidade, mas principalmente potencializando o turismo. Esse vai ser o meu principal foco”, declarou Orleans.

Para o candidato, fortalecer o turismo significa criar condições para atrair visitantes e movimentar hotéis, restaurantes, comércio, transporte e serviços. A estratégia inclui investimentos em infraestrutura e divulgação dos destinos turísticos do município.

Ao lado do prefeito Viriato Cardoso, do candidato a deputado federal Patrick Freire (Republicanos), vereadores e lideranças locais, Orleans também destacou ações já realizadas em parceria com Tutóia durante sua atuação como secretário de Estado de Assuntos Municipalistas. “A minha contribuição como secretário de assuntos municipalistas está visível por Tutóia em todas as áreas”, disse.


Entre as iniciativas mencionadas por ele estão obras de pavimentação, a requalificação da área da orla e do píer, além da entrega de ambulância e retroescavadeira e da implantação de serviços como o Viva/Procon. Também houve recuperação de rodovias que atendem à região.

“Orleans conhece os municípios, conhece as nossas necessidades e sabe o que precisa ser feito. Tutóia já tem resultados dessa parceria, e queremos avançar ainda mais. O Maranhão não pode parar e o Governo do Estado vai colocar a mão para transformar essa cidade”, disse.

Ao final, Orleans Brandão agradeceu a recepção da população de Tutóia e destacou a força e o potencial do município. “Tutóia tem beleza, tem força e, principalmente, tem um povo trabalhador que acredita no futuro. Nós vamos transformar todo esse potencial em emprego, renda e novas oportunidades”, finalizou.

Mega Carreata em apoio a Flávio Bolsonaro promete movimentar as ruas de Zé Doca neste sábado (03)

Concentração será no Aeroporto de Zé Doca, a partir das 16h22, com saída pelas principais ruas e avenidas da cidade

Zé Doca se prepara para uma grande mobilização política neste sábado, 3 de outubro, com a realização de uma mega carreata em apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República.

A concentração está marcada para acontecer a partir das 16h22, no Aeroporto de Zé Doca. De lá, os participantes seguirão em carreata pelas ruas e avenidas da cidade, levando veículos, bandeiras e manifestações de apoio ao candidato.

Flávio Bolsonaro disputa a Presidência da República pelo Partido Liberal (PL) e aparece na urna eletrônica com o número 22, conforme os registros oficiais da Justiça Eleitoral.

🚗 Zé Doca em clima de mobilização

A expectativa dos organizadores é reunir apoiadores de diferentes bairros e comunidades de Zé Doca para participar do percurso pelas principais vias do município.

O encontro no Aeroporto será o ponto de partida para a movimentação, que deverá levar o clima eleitoral para as ruas da cidade durante a tarde e início da noite.

A carreata acontece na reta final da campanha para o 1º turno das Eleições 2026, marcado para este domingo, 4 de outubro.

📍 SERVIÇO

MEGA CARREATA – APOIO A FLÁVIO BOLSONARO

📅 Sábado – 03 de outubro
⏰ 16h22
📍 Concentração: Aeroporto de Zé Doca
🚗 Saída pelas ruas e avenidas de Zé Doca
🇧🇷 Flávio Bolsonaro – PL 22

A mobilização promete movimentar Zé Doca neste sábado, reunindo apoiadores em uma carreata pelas ruas e avenidas do município.