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A iniciativa tem como objetivo aproximar as famílias do sonho da casa própria, permitindo que conheçam de perto o residencial que, em breve, representará um novo começo para centenas de zedoquenses. Mais do que uma simples visita, a ação simboliza dignidade, segurança e a concretização de um direito fundamental: a moradia.
As visitas acontecerão das 8h às 16h, com transporte gratuito de ida e volta, garantindo comodidade e acessibilidade aos beneficiários. O ponto de saída será o Centro de Convivência do Idoso, localizado na Rua Riachuelo, s/n, Vila do BEC, ao lado da Prefeitura Municipal de Zé Doca.
A Secretaria de Assistência Social informa ainda que os grupos de visitação serão organizados por ordem de chegada, reforçando a importância de que os beneficiários compareçam com antecedência.
A ação integra as políticas públicas do programa Minha Casa Minha Vida, em parceria com a CAIXA, e reafirma o compromisso da gestão municipal com o cuidado social, o respeito às famílias e a construção de uma cidade mais justa e humana.
Com trabalho sério e sensível às necessidades da população, a Prefeitura de Zé Doca segue avançando, promovendo inclusão social e transformando sonhos em realidade.

O delegado Ederson Martins, responsável pelo caso, afirmou que a estimativa é de que as crianças tenham permanecido juntas por pelo menos duas noites.
Ágatha Isabelly, Allan Michael e Anderson Kauan se abrigaram em um local conhecido pelos moradores da região como “casa caída”, uma cabana abandonada no meio da mata.
Anderson relatou aos policiais que havia uma cadeira e colchão velhos na cabana, e que os três usaram o local como refúgio durante o período em que estiveram juntos. Em razão do estado avançado de deterioração da estrutura, eles também chegaram a se abrigar ao pé de uma árvore.
No terceiro dia de desaparecimento, no entanto, Anderson teria decidido seguir sozinho pela mata. Segundo o depoimento, os dois mais novos estavam cansados e queriam parar de caminhar.
“[Ele] queria achar a saída. Estava perdido”, explicou o delegado. Esse foi o momento em que os três se separaram.
Anderson foi encontrado por um carroceiro em um matagal no dia 7 de janeiro, a cerca de 4 quilômetros do local onde desapareceu, sem roupas e com sinais de fraqueza. O menino chegou a afirmar que os dois primos estavam “mais à frente”, mas o local onde as crianças estariam não foi identificado pelas autoridades.
Até o momento, a polícia não conseguiu estimar por quanto tempo Anderson caminhou pela mata antes de ser encontrado.
Martins detalhou ainda que Anderson apresenta momentos de “apagão de memória” e não consegue descrever toda a situação. “Há partes em que ele não consegue situar onde estava no meio da mata e também não consegue repassar com precisão o lapso temporal”, afirmou.
As buscas por Ágatha Isabelly e Allan Michael entram na terceira semana sem qualquer informação sobre o paradeiro das crianças. O caso chega, nesta segunda-feira (19/1), ao 16º dia sem novas pistas.
Dados do governo do Maranhão indicam que mais de 500 pessoas participam da operação, que reúne forças federais, estaduais, apoio interestadual e voluntários.
A força-tarefa foi ampliada ao longo do fim de semana com a entrada da Marinha do Brasil, que passou a atuar no rio Mearim com o uso de side scan sonar. O equipamento permite o mapeamento do fundo do rio e da coluna d’água, mesmo em ambientes de baixa visibilidade.
Em paralelo, as buscas na mata continuam, assim como as investigações policiais. As equipes já realizaram varreduras em uma área superior a 3.200 km² — o equivalente a cerca de 450 mil campos de futebol.
De acordo com o secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins, todas as hipóteses seguem sendo apuradas pela Polícia Civil. Apesar de outras linhas de investigação não serem descartadas, as possibilidades de sequestro e violência sexual perderam força após exames periciais em Anderson descartarem abuso.
Por Metrópoles
De acordo com o conteúdo divulgado, Rosinha relata que imóveis utilizados pela administração municipal — acumulam meses de inadimplência, sem qualquer previsão concreta de regularização. A situação, segundo ela, tem gerado constrangimentos, pressão de proprietários e risco de interrupção de serviços essenciais prestados à população.
Ainda nos áudios que circulam amplamente em grupos de WhatsApp e outras plataformas digitais, Rosinha questiona a postura do prefeito Daniel Senna, que, em discursos públicos, afirma que “há dinheiro em caixa na prefeitura” e que sua gestão “não faz e não fará nada de ilegal”. Para ela, o discurso não condiz com a realidade enfrentada por quem depende diretamente dos pagamentos municipais para manter serviços funcionando.Outro ponto sensível levantado nas cobranças diz respeito à folha de pagamento. Segundo as denúncias, além dos aluguéis, servidores municipais estariam com salários em atraso, situação que agrava o cenário social e econômico do município. Funcionários afetados relatam dificuldades para honrar compromissos básicos, como aluguel, alimentação e contas essenciais.
A repercussão do caso tem sido intensa. Moradores, lideranças comunitárias e servidores passaram a questionar a transparência da gestão e a priorização dos recursos públicos. Muitos se perguntam como, após um ano de mandato, a administração ainda enfrenta problemas considerados básicos, como o pagamento regular de despesas correntes e da folha salarial.
Até o momento, não houve uma nota oficial detalhada da Prefeitura esclarecendo os motivos dos atrasos, apresentando números, prazos ou um cronograma claro de regularização. O silêncio institucional tem alimentado ainda mais críticas e especulações nas redes sociais.
Especialistas em gestão pública ouvidos pela reportagem destacam que atrasos recorrentes em aluguéis e salários podem indicar problemas de planejamento financeiro, falhas administrativas ou prioridades mal definidas. Além disso, ressaltam que a transparência e o diálogo com a população são fundamentais para evitar desgaste político e insegurança social.
O caso envolvendo Rosinha da Casa de Apoio e o prefeito Daniel Senna já se configura como um dos episódios mais delicados da atual gestão, colocando em xeque o discurso de responsabilidade fiscal e legalidade defendido pelo chefe do Executivo municipal.
A reportagem segue acompanhando o desdobramento do caso e permanece aberta para ouvir a versão oficial da Prefeitura e do prefeito Daniel Senna, garantindo o espaço democrático para esclarecimentos e contrapontos.
Em um marco histórico para o esporte amador de Zé Doca, a gestão da prefeita Flavinha Cunha realizou, no domingo 18 de janeiro, a grande final da Copa Municipal de Futebol, consolidando a competição como uma das mais importantes do calendário esportivo do município. A edição deste ano entrou para a história ao oferecer uma premiação recorde de R$ 66 mil reais, distribuída entre as equipes finalistas das Séries A e B.
Ao longo de toda a temporada, a Copa Municipal mobilizou atletas, torcedores e comunidades de diversos bairros e povoados, promovendo integração social, lazer e fortalecimento do esporte de base. A grande decisão aconteceu no Estádio Municipal Luzaildo Freires – Florestão, que recebeu um grande público e foi palco de partidas marcadas por alto nível técnico, emoção e espírito esportivo.
Sob a coordenação da Secretaria Municipal de Esportes, liderada pelo secretário Gilmar Costa, o Estádio Florestão passou por uma série de melhorias estruturais nas semanas que antecederam a final, incluindo serviços de limpeza, recuperação do gramado e reforço na iluminação, garantindo melhores condições para atletas e torcedores e elevando o padrão do evento.
Nas redes sociais oficiais da Prefeitura de Zé Doca, a prefeita Flavinha Cunha destacou a importância do investimento no esporte como política pública estratégica, ressaltando que a premiação histórica representa um incentivo direto aos atletas, clubes e comunidades, além de ser uma ferramenta de inclusão social, promoção da saúde e desenvolvimento humano. As publicações no Instagram, Facebook e TikTok tiveram ampla repercussão, com centenas de comentários elogiando a organização, a valorização dos desportistas e o compromisso da gestão com o esporte.
Ainda em suas manifestações públicas, a prefeita reforçou que valorizar competições como a Copa Municipal é investir no futuro da juventude, revelar novos talentos e fortalecer a identidade esportiva de Zé Doca, colocando o município em destaque no cenário regional do futebol amador.
A final foi marcada por grande emoção dentro e fora de campo, com famílias, atletas e torcedores lotando as arquibancadas do Florestão para prestigiar cada lance e participar da cerimônia de premiação, celebrada como um avanço significativo para o esporte local.
Série B
Campeão: Inter de Milão — R$ 12.000,00
Vice-campeão: Milan — R$ 6.000,00
Série A
Campeão: Ajax — R$ 20.000,00
Vice-campeão: Palmeiras Barraquinha — R$ 10.000,00
Com organização, investimento e participação popular, a Copa Municipal 2026 reafirma o compromisso da gestão Flavinha Cunha com o fortalecimento do esporte amador, transformando o futebol em instrumento de cidadania, inclusão e orgulho para o povo de Zé Doca.
Desde as primeiras horas do dia, o clima é de decisão. Sob a coordenação do secretário municipal de Esportes, Gilmar Costa, com o apoio de Marcos Pedrosa e de toda a equipe da Secretaria Municipal de Esportes, a Prefeitura de Zé Doca, por meio da prefeita Flavinha Cunha, realizou uma ampla força-tarefa para garantir que o estádio esteja totalmente preparado para receber o público e os jogos decisivos.
O trabalho envolveu melhorias estruturais, limpeza geral, organização dos espaços internos e externos, além de ações voltadas à segurança e ao conforto dos torcedores. O objetivo é oferecer um ambiente adequado, seguro e acolhedor, à altura da importância da competição e da paixão que o futebol desperta no município.
As finais prometem fortes emoções dentro de campo, com partidas disputadas lance a lance, refletindo o alto nível técnico das equipes que chegaram até esta fase decisiva. Fora das quatro linhas, a expectativa é de arquibancadas cheias, muita vibração, alegria e espírito esportivo, transformando o Florestão em um grande palco de confraternização popular.
A Copa Municipal reafirma o compromisso da gestão municipal com o fortalecimento do esporte como ferramenta de inclusão social, lazer e valorização dos talentos locais. Hoje, Zé Doca entra em campo junto com seus times, celebrando o futebol, a união e o orgulho de uma cidade que respira esporte.
A quase três anos da eleição municipal, levantamento revela tendência e fortalece debate político local
Mesmo faltando quase três anos para a eleição de prefeito em Governador Newton Bello, o cenário político já começa a ganhar contornos mais definidos. Uma pesquisa de opinião pública, realizada para medir a preferência do eleitorado sobre quem merece comandar o município a partir de 2028, aponta Eric Duarte como o nome mais citado até o momento.
De acordo com os dados divulgados, Eric Duarte aparece com 43% das intenções de voto, despontando como favorito no levantamento e consolidando seu nome como principal referência entre os chamados “filhos da terra”.
Eric Duarte – 43%
Daniel Sena – 30%
Rodrigo Aguiar – 18%
Marcelo Moraes – 9%
Os números revelam um cenário competitivo, com Daniel Sena ocupando a segunda colocação, mantendo uma margem relevante e demonstrando força política junto a uma parcela significativa do eleitorado. Já Rodrigo Aguiar e Marcelo Moraes aparecem em seguida, compondo um quadro plural e ainda em aberto.
Por outro lado, o percentual expressivo de Daniel Sena demonstra que o eleitorado está dividido e atento a propostas, enquanto os demais nomes seguem com espaço para crescimento, especialmente diante do longo período que antecede o pleito.
A pergunta central da pesquisa — “Qual filho da terra merece seu voto em 2028?” — reforça um sentimento cada vez mais presente no debate político local: o desejo de representatividade, identidade e compromisso com a realidade do município.
Esse fator pode ser decisivo nos próximos anos, à medida que os pré-candidatos intensificarem agendas públicas, articulações políticas e apresentação de propostas concretas para áreas como saúde, educação, infraestrutura e geração de emprego.
Apesar da liderança atual, o cenário segue totalmente aberto. Mudanças políticas, alianças, desempenho administrativo e atuação pública dos pré-candidatos poderão alterar significativamente os números até 2028.
O que a pesquisa deixa claro é que Governador Newton Bello já está em clima de pré-debate eleitoral, com a população acompanhando, avaliando e formando opinião desde cedo.
A reportagem seguirá acompanhando os desdobramentos, ouvindo os pré-candidatos, especialistas e a população, sempre com compromisso com a informação e o interesse público.