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03 março 2026

Em conversa por ligação com o Site Naã Ramos, o vereador Itamar da Canaã foi questionado de forma direta:

O debate sobre a possível regulamentação do “grau” como esporte em Zé Doca continua movimentando os bastidores da Câmara Municipal.

Em conversa por ligação com o Site Naã Ramos, o vereador Itamar da Canaã foi questionado de forma direta:

O senhor votaria a favor do projeto de lei que propõe a criação de um espaço destinado à chamada “Turma do Grau”?

A resposta foi firme e sem margem para dúvidas.


“Jamais votaria a favor”

O parlamentar se posicionou contra a proposta e afirmou que não mudará de opinião.

Segundo ele, o cenário atual do trânsito já é preocupante e envolve uma série de irregularidades que, na sua avaliação, tornam inviável apoiar a regulamentação da modalidade.

Durante a conversa, Itamar destacou que é comum flagrar situações como:

  • Pessoas pilotando motocicletas sob efeito de álcool

  • Condutores sem CNH

  • Veículos sem documentação regular

  • Motoristas e motociclistas descumprindo normas básicas de segurança

Para o vereador, diante dessa realidade, aprovar uma lei que regulamente o “grau” seria, no mínimo, contraditório.

“Jamais votaria nessa modalidade chamada grau”, afirmou de forma enfática.


Segurança em primeiro lugar

O posicionamento do vereador reforça a ala contrária ao projeto dentro do Legislativo municipal. Para ele, antes de discutir regulamentação, é preciso enfrentar os problemas já existentes no trânsito da cidade.

O tema segue dividindo opiniões entre parlamentares e a população. O projeto ainda deverá tramitar pelas comissões antes de chegar ao plenário.

O Site Naã Ramos continua ouvindo cada vereador para informar com transparência como cada parlamentar pretende votar em um dos assuntos mais polêmicos da atualidade em Zé Doca.

Em mais um capítulo do debate que movimenta Zé Doca, o Site Naã Ramos conversou por ligação telefônica com o vereador Carlos Henrique Solteiro para saber seu posicionamento sobre a possível regulamentação do “grau” como esporte no município.

A pergunta foi direta:

O nobre vereador votaria a favor do projeto de lei que propõe a criação de um espaço destinado à chamada “Turma do Grau”?

A resposta também foi direta — e firme.


Posicionamento claro: voto contra.

O vereador afirmou que é contra o projeto e que manterá essa posição.

Segundo Carlos Henrique Solteiro, sua decisão está fundamentada em princípios familiares e em sua própria vivência pessoal.

“Eu sou contra e sempre serei. Fui filho, andei de moto e nunca fiz esse tipo de manobra. Tenho filhos e também sou contra que eles façam. Minha família foi criada assim, com responsabilidade. Por isso, voto contra.”


Argumento baseado em valores familiares

Durante a conversa, o parlamentar destacou que sua formação e os valores transmitidos dentro de casa pesam diretamente em sua decisão política. Para ele, a prática do “grau” não deve ser incentivada por meio de regulamentação municipal.

O vereador reforçou que, mesmo entendendo o debate que envolve jovens e praticantes, sua posição é de cautela e responsabilidade, especialmente por se tratar de uma atividade que envolve risco.


Debate segue na Câmara

O projeto que propõe a criação de um espaço específico para a prática do grau continua gerando forte divisão de opiniões entre parlamentares e a população.

Com a declaração de Carlos Henrique Solteiro, soma-se mais um voto contrário à proposta, que ainda deverá passar pelas comissões antes de eventual votação em plenário.

O Site Naã Ramos segue ouvindo cada vereador para levar à população o posicionamento individual de todos os parlamentares sobre um dos temas mais polêmicos do momento em Zé Doca.

Julgamento do caso de Nova Olinda do Maranhão é adiado, o recurso vai para a pauta de julgamento presencial do tribunal.


Saiu da pauta virtual do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) o recurso do prefeito de Nova Olinda do Maranhão, Ary Menezes (PP), que começaria a ser julgado nesta terça-feira, 3, e iria até o próximo dia 10. Os advogados do gestor pediram para fazer sustentação oral e, devido a isso, o recurso vai para a pauta de julgamento presencial do tribunal.

A previsão é que este recurso contra decisão de primeiro grau que cassou o mandato de Ary Menezes por abuso de poder político e econômico entre na pauta da sessão presencial do TRE na próxima quinta-feira, 5.

Menezes e seu vice-prefeito, Ronildo da Farmácia (MDB), foram cassados ano passado por decisão da juíza Patrícia Bastos de Carvalho Correia, da 80ª Zona. Segundo a magistrada, a campanha eleitoral de Ary Menezes em 2024 foi marcada por práticas ilícitas, como a oferta de dinheiro, materiais de construção e empregos em troca de votos.

Como o prefeito de Nova Olinda do Maranhão ganhou por dois votos de diferença de sua adversária Thaymara Amorim (PL) – autora da ação contra Ary Menezes -, a juíza entendeu que as práticas ilícitas tiveram impacto no resultado da eleição no município.

Se os membros da Corte Eleitoral do Maranhão confirmarem a decisão de base, uma nova eleição pode ocorrer em Nova Olinda, desde que o presidente do tribunal, desembargador Paulo Velten, não aceite o recurso (que caberá ainda) com efeito suspensivo ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Se subir para o terceiro grau com efeito suspensivo, qualquer mudança no comando da cidade ocorrerá após o julgamento no TSE. (Imirante)

Em conversa por ligação com o Site Naã Ramos, o vereador e vice-presidente da Câmara Municipal de Zé Doca, Hennio Silvestre, respondeu à pergunta que domina o debate público na cidade:

O parlamentar votaria a favor da possível regulamentação do “grau” como esporte no município?

A resposta foi direta e fundamentada.

Segundo o vereador, ele não tem como concordar nem votar favorável ao projeto de lei que propõe a criação de um espaço específico para a chamada “Turma do Grau”. E justificou sua posição com o que classificou como uma análise lógica e matemática da realidade local.


A “matemática” apresentada pelo vereador.

Hennio iniciou seu raciocínio partindo de um universo hipotético de 100% dos jovens que hoje praticam grau em Zé Doca.

De acordo com ele:

  • Cerca de 80% seriam menores de idade.
    Pela proposta em debate, menores não poderiam utilizar a pista. Portanto, já estariam automaticamente excluídos.

  • Restariam 20%.

Dentro desses 20%, o vereador argumenta que uma parte significativa não possui CNH ou motocicleta regularizada, como exige tanto a legislação de trânsito quanto o próprio projeto.

  • Estimando que 15% desses não atendem às exigências legais, também ficariam impedidos de usar o espaço.

Segundo essa projeção, apenas 5% dos praticantes estariam aptos a utilizar a pista.


A pergunta central

O vereador foi enfático ao levantar o que considera o ponto principal da discussão:

“Se 95% não poderão utilizar a pista, onde ficarão esses 95%?”

Para ele, a resposta é simples: permaneceriam nas ruas.

Dessa forma, na avaliação do parlamentar, a criação de um espaço isolado, com critérios que excluem a grande maioria dos praticantes, não resolveria o problema da prática do grau em vias públicas.


Posicionamento político

Hennio Silvestre afirmou que sua decisão não é baseada em emoção ou pressão popular, mas em uma análise objetiva da efetividade da medida.

Segundo ele, colocar a proposta em votação como solução para retirar o grau das ruas não representaria, na prática, uma resposta eficaz para a sociedade.

“Precisamos de soluções responsáveis, eficazes e que enfrentem a realidade como ela é, não como gostaríamos que fosse.”

O debate agora segue para as comissões da Câmara Municipal de Zé Doca. O Site Naã Ramos continuará acompanhando o posicionamento individual de cada vereador e os desdobramentos do projeto que divide opiniões na cidade.

Em conversa pelo WhatsApp com o Site Naã Ramos, a vereadora Ana Freire respondeu à pergunta que não quer calar:

 A senhora votaria a favor da possível regulamentação do “grau” como esporte no município de Zé Doca?

Confira a resposta da parlamentar:

“Boa noite, Naã Ramos.
A transformação da prática de ‘dar grau’ (empinar moto) em esporte regulamentado é um tema que gera debate em todo o Brasil. De um lado, existem os entusiastas que buscam reconhecimento; do outro, autoridades e cidadãos preocupados com a segurança pública.

O ‘grau’ tem sido reconhecido como esporte radical, conhecido como Wheeling ou manobras, mas é importante destacar que só pode ser considerado esporte quando realizado em ambiente controlado, seguro e com autorização. Fora desses locais, continua sendo prática perigosa e ilegal, sujeita às penalidades previstas em lei.

O objetivo da regulamentação seria justamente retirar essa prática das vias públicas — onde é crime — e levá-la para espaços apropriados, fechados e com uso de equipamentos de proteção.

Muitos defendem como expressão cultural e habilidade técnica, pois exige equilíbrio, talento e treinamento, semelhante ao motocross. O reconhecimento também permite a organização de campeonatos e eventos oficiais, inclusive com supervisão de entidades como a Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM).

Por outro lado, há críticas quanto ao risco de incentivar a prática nas ruas, colocando em perigo motociclistas, pedestres e motoristas. Empinar moto em via pública é infração gravíssima segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), além de gerar danos ao veículo, barulho excessivo e perturbação.

Sem contar que nenhuma família quer perder alguém.”

Diante da fala da vereadora, fica claro que o posicionamento demonstra preocupação com a segurança pública e os impactos sociais da prática. Pelo tom da resposta, a parlamentar sinaliza que pode votar contra a possível regulamentação do “grau” como esporte em Zé Doca, caso não haja garantias concretas de controle, segurança e fiscalização adequada.

02 março 2026

Prefeitura de Zé Doca intensifica operação tapa-buracos e anuncia novas ruas para asfaltamento

A Prefeitura de Zé Doca segue com trabalho firme nas ruas da cidade. Por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura, dezenas de equipes estão nas vias executando tapa-buracos com asfalto quente em ruas já pavimentadas e avançando no planejamento de novas frentes de asfaltamento.

A ação está sendo coordenada pelo secretário de Infraestrutura, Alexandre Barroso, com apoio direto da prefeita Flavinha Cunha e parceria dos deputados Josimar Maranhãozinho e Fabiana Villar, que têm contribuído para garantir recursos e investimentos em infraestrutura urbana.


Operação tapa-buracos já beneficia centenas de ruas

A operação tapa-buracos está sendo realizada em centenas de ruas asfaltadas, garantindo mais segurança, mobilidade e qualidade de vida para motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres.

O objetivo é recuperar trechos danificados pelo desgaste natural, tráfego intenso e período chuvoso, evitando que pequenos danos se transformem em grandes problemas estruturais.

Entre as vias já contempladas estão:

  • Rua das Flores

  • 22 de Abril

  • Rua São Luís

  • ✅ E diversas outras ruas em diferentes bairros

O serviço inclui limpeza da área afetada, aplicação de asfalto quente e compactação adequada, assegurando maior durabilidade.


Novas ruas serão asfaltadas

Além da manutenção nas vias já pavimentadas, a Prefeitura também confirmou que novas ruas serão asfaltadas, ampliando a malha viária do município.

Entre as que estão no cronograma de asfaltamento estão:

  • 📍 Rua das Flores (trechos complementares)

  • 📍 22 de Abril

  • 📍 Rua São Luís

A expectativa é que o trabalho avance gradativamente, alcançando ainda mais bairros e garantindo acesso digno para toda a população.


Gestão que trabalha

A prefeita Flavinha Cunha reforça que a infraestrutura urbana é prioridade da gestão, pois impacta diretamente na economia local, no transporte escolar, no escoamento da produção e na segurança dos moradores.

Já o secretário Alexandre Barroso destaca que o planejamento está sendo feito com base em critérios técnicos e demandas da população, priorizando as áreas mais críticas.

Com o apoio dos deputados Josimar Maranhãozinho e Fabiana Villar, a gestão municipal segue consolidando investimentos estruturantes, mostrando que Zé Doca não para e que o trabalho continua avançando em todas as regiões da cidade.

A orientação é que a população redobre a atenção ao trafegar nas áreas onde as equipes estão atuando, respeitando a sinalização provisória e colaborando com o andamento dos serviços.















Prefeitura de Zé Doca avança na educação: antiga sede do Lions Club dará lugar a moderna escola com 15 salas e piscina

A Prefeitura de Zé Doca segue acelerando o ritmo de obras e investimentos. Desta vez, o avanço chega à Vila do Bec, onde será construída uma nova Escola Municipal com 15 salas de aula e piscina, no espaço onde funcionava o antigo Lions Club.

A iniciativa representa mais que uma obra física: é um investimento direto no futuro da educação zedoquense.


Estrutura moderna e foco na qualidade do ensino

O novo prédio escolar contará com:

  • ✅ 15 salas de aula amplas e climatizadas

  • ✅ Espaços administrativos

  • ✅ Área de convivência

  • ✅ Estrutura adequada de acessibilidade

  • ✅ Piscina para atividades pedagógicas e esportivas

A proposta é oferecer um ambiente estruturado, seguro e preparado para atender centenas de alunos com conforto e qualidade.

A construção da unidade amplia a rede municipal e reduz a sobrecarga em outras escolas da cidade, fortalecendo o sistema público de ensino.


Compromisso com a educação

A gestão municipal reforça que a educação continua sendo prioridade. Transformar o antigo espaço do Lions Club em uma escola moderna demonstra planejamento e visão estratégica: reaproveitar áreas urbanas para gerar desenvolvimento social.

A nova escola na Vila do Bec simboliza:

  • Valorização da comunidade

  • Expansão da infraestrutura educacional

  • Geração de empregos durante a obra

  • Mais oportunidades para crianças e adolescentes


Piscina: diferencial que promove inclusão e esporte

Um dos grandes diferenciais do projeto é a implantação de uma piscina, que permitirá:

  • Aulas de natação

  • Atividades recreativas

  • Projetos esportivos

  • Inclusão social por meio do esporte

A estrutura amplia o conceito tradicional de escola, transformando o ambiente em um centro educacional completo.


O trabalho continua

Enquanto muitos apenas prometem, a Prefeitura de Zé Doca executa. A construção da futura escola na Vila do Bec consolida mais um capítulo de investimentos estruturantes no município.

A mensagem é clara:
O trabalho não para. E Zé Doca segue avançando.

BR-316 em Zé Doca: abandono, acidentes e perigo constante no coração da cidade - Um corredor de risco que corta Zé Doca

A situação da BR-316 no perímetro urbano de Zé Doca é, hoje, um retrato claro de negligência. A rodovia, que deveria garantir fluidez e segurança, se transformou em um dos pontos mais críticos da cidade — palco frequente de acidentes, imprudência e medo constante para motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres.

Enquanto o fluxo de veículos pesados aumenta diariamente, o que se vê é a ausência total de sinalização horizontal adequada, inexistência de faixas de pedestres visíveis, falta de redutores de velocidade e quase nenhuma sinalização vertical eficiente.


Acidentes constantes e risco diário

Moradores que precisam atravessar a BR-316 relatam verdadeiro pânico. Crianças indo para a escola, trabalhadores retornando para casa, idosos tentando cruzar a pista — todos expostos a uma rodovia que corta a cidade como se estivesse em área rural.

Os acidentes se tornaram recorrentes. Colisões entre motos e carros, atropelamentos e manobras arriscadas fazem parte da rotina. E a pergunta ecoa:

Até quando vidas serão colocadas em risco por falta de sinalização básica?


Falta de estrutura mínima

Uma rodovia federal que corta um centro urbano exige, no mínimo:

  • Faixas de pedestres bem demarcadas

  • Placas de advertência e regulamentação

  • Iluminação adequada

  • Redutores de velocidade ou lombadas eletrônicas

  • Sinalização refletiva noturna

O que se vê, porém, é um cenário de abandono.


De quem é a responsabilidade?

A BR-316 é uma rodovia federal, portanto sob responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

A omissão, neste caso, não é apenas administrativa — é uma questão de segurança pública.

Quando uma rodovia federal corta uma cidade e não recebe a devida adaptação urbana, o resultado é previsível: acidentes, perdas irreparáveis e indignação popular.


A população cobra providências

Zé Doca não pode continuar convivendo com uma BR-316 sem estrutura compatível com a realidade urbana. A cidade cresceu. O fluxo aumentou. A demanda por segurança é urgente.

Não se trata de politicagem.
Trata-se de vidas.

Cada faixa de pedestre não pintada pode representar um atropelamento amanhã.
Cada placa inexistente pode significar mais uma colisão.

A população clama por:

  • Sinalização imediata

  • Estudo técnico de tráfego

  • Implantação de redutores de velocidade

  • Fiscalização constante


Chega de promessas. É hora de ação.

A BR-316 em Zé Doca não pode continuar “às traças”.

A cidade precisa de respeito.
Os moradores precisam de segurança.
E as autoridades precisam agir — com urgência.

Porque quando o assunto é trânsito, prevenção salva vidas.

02 de março de 1996 - 30 anos atrás - Além da jaqueta do Dinho, exumação dos corpos dos Mamonas Assassinas recuperou outro objeto intacto 30 anos após morte precoce e trágica

Três décadas após o trágico acidente aéreo que interrompeu de forma brutal a carreira meteórica dos Mamonas Assassinas, um novo capítulo envolvendo o vocalista Dinho voltou a provocar forte comoção entre fãs e curiosos.

A morte da banda ocorreu em 2 de março de 1996, quando o jatinho Learjet que transportava o grupo colidiu com a Serra da Cantareira, em São Paulo, matando todos os ocupantes. O Brasil parou. Milhões acompanharam o velório e o sepultamento dos cinco jovens que, em menos de um ano, haviam conquistado o país com humor irreverente e músicas que marcaram geração.

A exumação e o detalhe que surpreendeu

Anos após o acidente, uma exumação autorizada pela família de Dinho trouxe à tona um detalhe técnico que reacendeu discussões: exames periciais confirmaram, de forma definitiva, aspectos já apontados nos laudos originais sobre a causa da morte e as circunstâncias do impacto.

Segundo especialistas, o procedimento teve caráter administrativo e jurídico, sem indícios de qualquer nova teoria conspiratória ou fato oculto relacionado ao acidente. O que chamou atenção foi a reafirmação da violência do impacto e das condições extremas enfrentadas na colisão — algo que reforça o que já constava nos relatórios oficiais da época.

Não houve evidência de sobrevivência prolongada após o choque, nem qualquer elemento que alterasse a conclusão inicial das investigações conduzidas nos anos 1990.

O mito, as teorias e a verdade

Ao longo dos anos, teorias alternativas circularam nas redes sociais, questionando desde falhas mecânicas até supostas irregularidades no voo. No entanto, as investigações oficiais apontaram erro de procedimento na aproximação para pouso, aliado a condições climáticas e desorientação espacial como fatores determinantes.

A exumação não revelou conspiração, mas trouxe novamente à tona a dimensão da tragédia — especialmente no que diz respeito à intensidade do impacto.

Um legado que atravessa gerações

Mesmo após 30 anos, o fenômeno Mamonas Assassinas segue vivo. Com apenas um álbum lançado, a banda vendeu milhões de cópias e se tornou símbolo de uma geração.

Dinho, com seu carisma explosivo e energia contagiante, permanece como uma das figuras mais emblemáticas da música brasileira dos anos 1990. Sua morte precoce, aos 24 anos, reforça o sentimento de que o país perdeu não apenas uma banda, mas um fenômeno cultural irrepetível.


Três décadas depois, a dor se mistura à memória. O impacto daquele 2 de março de 1996 continua ecoando na história da música brasileira — e qualquer novo detalhe envolvendo o acidente inevitavelmente reacende a emoção de milhões de fãs.

ACIDENTE NA BR-316 DEIXA JOVEM MORTA EM ZÉ DOCA

Um grave acidente registrado na madrugada desta semana na BR-316, nas proximidades do Supermercado Camino, em Zé Doca, resultou na morte de uma jovem e deixou outras duas pessoas feridas.

De acordo com as primeiras informações, a colisão envolveu duas motocicletas e deixou três vítimas — duas mulheres e um homem. Uma das ocupantes, identificada como Ana Driele Ferreira de Sousa, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito ainda no local ou durante os primeiros atendimentos.

Dinâmica do acidente

As circunstâncias exatas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes. A BR-316 é uma das principais rodovias federais que corta o Maranhão e, no trecho urbano de Zé Doca, apresenta intenso fluxo de veículos, inclusive durante a madrugada.

Relatos preliminares apontam que a colisão foi frontal ou lateral entre as motocicletas, mas somente o laudo pericial poderá confirmar a dinâmica do ocorrido, além de eventuais fatores como velocidade, iluminação da via ou condições da pista.

Atendimento às vítimas

Equipes de socorro foram acionadas imediatamente após o acidente. As outras duas vítimas receberam atendimento e foram encaminhadas para unidade hospitalar SESP. Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais detalhadas sobre o estado de saúde delas.

A Polícia esteve no local para organizar o trânsito e iniciar os procedimentos de investigação. O caso deverá ser acompanhado pelas autoridades responsáveis pela segurança viária no município.

Comoção e luto

A morte de Ana Driele Ferreira de Sousa causou grande comoção entre familiares, amigos e moradores de Zé Doca. Jovem, com toda uma vida pela frente, sua partida precoce deixa um sentimento de tristeza e reflexão sobre os riscos constantes no trânsito.

Neste momento de dor, expressamos solidariedade à família e amigos, desejando força para enfrentar essa perda irreparável.


Alerta à população: A BR-316, especialmente no perímetro urbano, exige atenção redobrada de motoristas e motociclistas. O respeito às normas de trânsito, uso de equipamentos de segurança e prudência podem salvar vidas.