“Eu não lhe respeitava como parlamentar. Hoje eu não lhe respeito como gente”, Deputado Neto Evangelista aos ataques de Wellington do Curso contra João Evangelista



O clima esquentou na Assembleia legislativa do Maranhão. Após declarações totalmente descabidas do deputado Wellington do Curso (PSDB) sobre a vida do ex-presidente da Casa João Evangelista, Neto Evangelista subiu à tribuna e rebateu o colega de parlamento.
O deputado do Curso citou o nome do ex-deputado João Evangelista e tentou ligar o nome do pai de Neto Evangelista a oligarquia Sarney. Wellington fez ilações querendo manchar o nome e a história do ex-presidente da Casa.
Neto pediu a palavra e afirmou que já não respeita mais Wellington de forma alguma. “Eu não lhe respeitava como parlamentar. Hoje eu não lhe respeito como gente”, disparou Neto em resposta aos ataques de Wellington do Curso contra João Evangelista.
Após o término da sessão plenária, os dois parlamentares se cruzaram, mas não trocaram palavras.
João Evangelista foi deputado estadual (1995–2010), vereador de São Luís e presidente da Assembleia Legislativa (2005–2009). O parlamentar foi vítima de um câncer e após vários meses internado no Hospital São Domingos faleceu em maio 2010. Por Leandro Miranda

Nem tudo está perdido! Moro ainda pode usar provas da Odebrecht contra Lula

STF determinou que trechos da delação da empreiteira sejam enviados à Justiça Federal de São Paulo, mas Moro pode pedir compartilhamento de provas e, em último caso, usar depoimentos de delatores no processo. A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de enviar para a Justiça Federal de São Paulo os trechos da colaboração premiada de executivos da Odebrecht que tratam de despesas de Lula pagas pela empreiteira pode não ter efeito prático que beneficie o ex-presidente. Nesta quarta-feira (25), o Ministério Público Federal (MPF) se apressou em defender a competência do juiz Sergio Moro, do Paraná, para julgar o caso do sítio em Atibaia, apesar da determinação da Segunda Turma do STF de remeter os termos da delação para outro estado.Para o doutor em direito Ivan Xavier Vianna Filho, o fato de as provas serem enviadas a São Paulo não impede que Moro as utilize nos processos de Curitiba. “O juiz só pode considerar o que está nos autos. O titular da ação é o Ministério Público, se ele entranha nos autos essas provas e o faz regularmente, o juiz pode considerar esses fatos no exame da matéria que está sob sua responsabilidade”, alega.


Além disso, Vianna destaca que a decisão dos ministros é provisória e pode ser revertida por provocação do Ministério Público ou pela constatação de que os fatos estão ligados ao caso de corrupção na Petrobras. “Não acho que essa questão esteja definitivamente resolvida”, arrisca Vianna. “A decisão pode ser revista, seja diante de fatos novos, seja diante da constatação de que existe um liame seguro a vincular os relatos objetos do depoimento com todo o acervo probatório que está inserido no contexto de inquéritos e de ações penais”, completa.
Desfechos positivos

A decisão, porém, também pode ter outros dois desfechos possíveis, ambos favoráveis ao petista, em menor ou maior grau. A decisão pode somente atrasar o andamento dos processos que tramitam em Curitiba contra Lula ou ter o efeito de tirar os casos das mãos do juiz Moro.

Lula é réu em processo em que é acusado de ser o dono de um sítio em Atibaia e de ter sido beneficiado com reformas no local bancado por empreiteiras. Além disso, o petista também responde a um processo em que é acusado de receber da Odebrecht um terreno para a construção de uma nova sede do Instituto Lula, além de ter firmado um contrato de aluguel fictício para esconder a propriedade de um apartamento em São Bernardo.

Até agora, a decisão do STF tem o efeito apenas de tirar das mãos de Moro os termos e as provas da delação da Odebrecht, mas pode gerar também o efeito de retirar os dois processos de Curitiba e fazer com que tramitem em São Paulo. O próprio ministro Gilmar Mendes já levantou essa possibilidade, inclusive. O ministro afirmou que a defesa de Lula pode entrar com recursos para retirar de Moro as ações penais sob a alegação de que não envolvem fatos diretamente relacionados ao esquema de corrupção instalado na Petrobras.Nesta quarta-feira, a defesa de Lula deu o primeiro passo nesse sentido. Os advogados pediram que Moro remeta os autos do processo referente ao sítio em Atibaia e do terreno do Instituto Lula para a Justiça Federal de São Paulo, “a menos que se queira desafiar a autoridade da decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal”.

Para o doutor em direito pela UFPR, Francisco Monteiro Rocha Júnior, se a delação vai para outro juízo, os procedimentos oriundos dessa delação também deveriam ser deslocados. “A primeira conclusão que a gente chega é que sairiam daqui da Justiça Federal do Paraná todas essas discussões de crimes que teriam sido delatados”, explica. Além disso, a defesa de Lula pode alegar que o petista não pode ser investigado em dois lugares pelo mesmo crime, arrastando os processos para outro estado.

Para Lula, a migração dos processos de Moro para São Paulo é uma vantagem importante. Enquanto as forças-tarefas da Lava Jato nos estados do Paraná, Rio de Janeiro e Brasília já estão consolidadas, em São Paulo o grupo foi criado apenas em fevereiro deste ano. São Paulo entrou no cenário da Lava Jato em 2015, mas até agora as investigações não decolaram por lá.

Além disso, a burocracia, a falta de um juiz exclusivo para tratar do caso e ausência de digitalização dificultam o andamento da Lava Jato no estado. Levar as investigações e os processos para lá garante um fôlego maior para as defesas, já que os casos tendem a tramitar mais devagar do que em Curitiba. A falta de um “juiz linha dura” também é um bom motivo para tentar levar os processos para lá, já que não há a designação de um juiz exclusivo para os casos da Lava Jato e os processos são distribuídos por sorteio.
Outro desfecho

Outro efeito causado pela decisão pode ser simplesmente um atraso no andamento do processo. Isso porque a Justiça Federal do Paraná pode pedir o compartilhamento das provas com São Paulo. Em último caso, Moro também pode usar os depoimentos prestados pelos delatores como testemunhas de acusação nos dois processos.

“Testemunha, uma vez arrolada por uma das partes e colhido o depoimento, ele pode ser usado. Não tem a força de uma delação, mas pode ser utilizado”, explica Rocha. Além disso, Moro pode utilizar outras provas que não tenham relação com a delação da Odebrecht. As investigações referentes ao sítio em Atibaia e ao terreno do Instituto Lula começaram antes de a delação dos executivos da empreiteira ter sido homologada. O processo referente ao terreno, inclusive, começou antes da delação.

É comum que na Lava Jato sejam compartilhadas provas entre as forças-tarefas em diferentes estados. Também são compartilhadas provas obtidas em investigações em outros países. Em tese, o compartilhamento das provas obtidas a partir da delação da Odebrecht é viável, mas, segundo Rocha, pode gerar pedidos para anular o processo.

“Com essa decisão do STF, seria um pouco arriscado. Há uma decisão dizendo que os termos devem ser remetidos para a Justiça Federal de São Paulo e em um drible da decisão do STF voltar a ser utilizado em Curitiba, isso eventualmente poderia ser causa de uma nulidade lá na frente”, explica.

A criminalista e professora de Direito Penal, Fernanda de Almeida Carneiro, ressalta que o compartilhamento é praticamente regra na Lava Jato. “Cada caso vai ter que ser analisado, mas em tese pode sim haver compartilhamento de prova”, ressalta. “No meu entendimento, poderiam sim ser utilizadas [provas compartilhadas]”, completa.

ADN ajuda a identificar e deter assassino em série dos anos 70 e 80


As autoridades da Califórnia anunciaram a prisão de um homem suspeito de ser o "assassino do estado dourado", responsável por assassinatos e violações em massa nas décadas de 1970 e 1980. "Na terça-feira, um mandado de detenção foi emitido" contra James DeAngelo, acusado de assassinato e violação, com circunstâncias agravantes, e identificado após 40 anos de pesquisa através de análise de ADN, anunciou a procuradora de Sacramento, Anne Marie Schubert, em conferência de imprensa.


Uma análise de ADN comparada nos últimos seis dias relacionou um ex-polícia a alguns dos crimes cometidos por um assassino em série californiano responsável por pelo menos 12 homicídios e 45 violações em todo o estado nos anos 70 e 80, informaram as autoridades na quarta-feira.

Joseph James DeAngelo, de 72 anos, que foi demitido do Departamento de Polícia de Auburn, foi preso depois de uma amostra de ADN seu ter coincidido com o do chamado "assassino do estado dourado" ("Golden State Killer"), disse Anne Marie Schubert.

As autoridades afirmaram que DeAngelo havia sido preso sob suspeita de ter cometido quatro assassinatos nos condados de Sacramento e Ventura e acabou acusado de dois homicídios no caso de Ventura. "Sabíamos que estávamos a procurar uma agulha no palheiro, mas também sabíamos que a agulha estava lá", frisou Schubert.

"Encontrámos a agulha no palheiro e estava bem aqui, em Sacramento", afirmou a procuradora, acrescentando: "A resposta esteve sempre no ADN".

Armado, o atacante mascarado dos anos 70 e 80 aterrorizou as comunidades, invadindo casas enquanto mulheres solteiras ou casais dormiam. Por vezes, amarrava o homem e empilhava pratos nas costas deste, violando depois a mulher, enquanto ameaçava matar os dois se os pratos caíssem.

Muitas vezes levou recordações das casas, principalmente moedas e joias das suas vítimas, que tinham entre 13 e 41 anos.

DeAngelo foi demitido do Departamento de Polícia de Auburn em 1979, depois de ter sido preso por roubar uma lata de repelente de cães e um martelo de uma farmácia, de acordo com artigos da época publicados no "Auburn Journal".

O FBI diz que tinha uma equipa a reunir provas numa casa da região de Sacramento ligada a DeAngelo.

É tão bom ter um encerramento [do caso] e saber que ele está preso

Jane Carson-Sandler, que foi sexualmente agredida na Califórnia em 1976 por um homem que se acredita ser o chamado "assassino do estado dourado, disse ter recebido uma mensagem de correio eletrónico de uma detetive aposentada que trabalhou no caso a informar que tinham identificado o violador e que este estaria sob custódia.

"Acabo de ficar alegre, em êxtase. É uma montanha-russa emocional agora", disse Carson-Sandler, que mora perto de Hilton Head, na Carolina do Sul, em entrevista por telefone à Associated Press.

"Sinto que estou no meio de um sonho e vou acordar e não vai ser verdade. É tão bom ter um encerramento [do caso] e saber que ele está preso", acrescentou.

Carson-Sandler foi atacada em sua casa, em Citrus Heights, na Califórnia.

Autoridades do FBI e da Califórnia retomaram em 2016 a sua busca pelo violador e anunciaram uma recompensa de 50 mil dólares caso este fosse preso e condenado. Ao assassino foram atribuídos mais de 175 crimes entre 1976 e 1986.

Como ele cometeu crimes em todo o estado, as autoridades identificavam-no por nomes diferentes: Foi apelidado de "violador da área este", após o início destes crimes no norte da Califórnia; "violador da noite", após uma série de assassinatos no sul da Califórnia; e também como "violador do nó de diamante", por usar um elaborado método de ligação em duas das suas vítimas.

Mais recentemente, foi apelidado de "assassino do estado dourado".

As autoridades decidiram divulgar o caso novamente em 2016, antes do 40.º aniversário do primeiro ataque conhecido, no condado de Sacramento.

O vizinho Kevin Tapia, de 36 anos, disse que quando era adolescente DeAngelo o acusou falsamente de atirar objetos pela cerca compartilhada, provocando uma troca acalorada entre DeAngelo e o pai de Tapia. "Ninguém acha que vive ao lado de um 'serial killer'", disse Tapia. "Mas, ao mesmo tempo, ele era um tipo estranho. Manteve-se sempre sozinho. Quando você começa a pensar sobre isso, até imagina a fazer algo assim, mas eu nunca suspeitaria", acrescentou.

STAN LEE, ÍCONE DOS QUADRINHOS, É ACUSADO DE ABUSO SEXUAL

Uma massagista processou Stan Lee, autor da editora Marvel Comics, por abuso sexual, acusando-o de tocá-la inapropriadamente e de má conduta durante sessões em um evento no ano passado em Chicago.

María Carballo apresentou um processo com cinco acusações nesta segunda-feira, 23, afirmando que Lee, de 95 anos, a acariciou e tocou em suas genitais.

O processo exige indenização de pelo menos US$ 50 mil por danos e prejuízos, além dos honorários dos advogados, para cada uma das acusações, de acordo com representantes legais.

Ela afirmou que os episódios aconteceram em abril de 2017, quando o cocriador de muitos personagens de super-heróis, como Pantera Negra e Homem Aranha, estava na cidade para a feira Chicago Comic & Entertainment Expo.

O advogado de Lee, Jonathan Freund, negou as acusações ao jornal Chicago Tribune: "Ele é uma figura pública de vulto, acho que isso é uma chantagem".

"Tem 95 anos, não acho que tenha feito isso", destacou.

O processo de María Carballo afirma que ela foi enviada em duas ocasiões à suíte de hotel de Lee no McCormick Place Hyatt Regency.

Durante a primeira sessão, Lee teria a acariciado na região genital, obrigando a massagista a interromper seu trabalho e ir embora.

Ela afirma que Lee se desculpou por meio de sua empresa e voltou para uma segunda sessão de massagem no dia seguinte, durante a qual empregou uma técnica de massagem usando os pés em vez das mãos.

María ainda acusa Lee de aproximar seus pés dos seus genitais, forçando-a a ir embora novamente. 

Os incidentes teriam acontecido antes repercussão mundial das campanhas #MeToo e #TimesUp.

A princípio, a massagista temia que as acusações prejudicassem seu trabalho, segundo o escritório de advogados que lhe representa, mas mudou de ideia"depois de ter visto outras mulheres brigarem para serem tratadas com dignidade e respeito".

Evento, factóide e desafio dão a medida exata de como será a campanha eleitoral deste ano no Maranhão

Flávio Dino é o centro das preocupações dos estrategistas do Grupo Sarney

A cena política do Maranhão foi marcada na última semana por três fatos que sugerem claramente como deverão ser os movimentos da corrida eleitoral de agora por diante. O primeiro foi um factóide primário e grosseiro gerado nas entranhas da Polícia Militar por meio do qual a Oposição acusou o governador Flávio Dino (PCdoB) de tentar controlar adversários por meio do “fichamento” de líderes no interior. O segundo foi a viagem do presidente da Câmara Federal e presidenciável Rodrigo Maia, ao Maranhão, durante a qual ele ratificou a participação do DEM na aliança liderada pelo governador, independente de qual venha a ser a posição do partido no plano nacional. E o terceiro foi o desafio feito pelo governador Flávio Dino à ex-governadora e virtual candidata do Grupo ao Governo, Roseana Sarney (MDB) para um debate franco e ao vivo na TV Mirante. Parecem situações distintas, mas, ao contrário do que indica a primeira vista, estão fortemente ligadas dentro de um contexto maior, que é a corrida ao Palácio dos Leões.

Provavelmente imaginado e concebido para ser uma bomba capaz de destruir parte expressiva de imagem correção administrativa e política do Governo e denunciá-lo como um ato da “tirania comunista” do PCdoB, o factóide que ganhou vida dentro da PM não resistiu 48 horas, e quando chegou ao “Fantástico”, da Rede Globo, foi mostrado como uma “coisa”, sem paternidade definida. O resultado prático da trama nada inteligente, além de um zumzum de difícil interpretação, foi que o oficial responsável pela sua elaboração e transmissão aos seus colegas do interior, foi afastado do cargo que ocupava e vai responder a inquérito administrativo cujo desfecho poderá ser a perda da patente, da farda e da aposentadoria. A lógica sugere que, tivesse sido fruto de uma ordem palaciana, o tenente-coronel Antonio Markus da Silva Lima, que o gverndor Flávio Dini diz não cinhecer, certamente não estaria agora caminhando para o banco dos réus. O fato é que, diante do bombardeio, o Governo reagiu rapidamente, denunciou a trama, de modo que a semana começou com o factóide morto e sepultado e um oficial da PM – e seus cúmplices, se houver algum – em apuros.

No campo político partidário, o grande fato da semana foi o desembarque do presidente da Câmara Federal e presidenciável Rodrigo Maia no Maranhão, para cumprir agenda em Santa Inês e em São Luís. Em Santa Inês, ele consolidou o novo comando do DEM no Maranhão, dando carta branca do presidente regional do partido, deputado federal Juscelino Filho, a quem deu carta branca para manter a agremiação na aliança que dá sustentação partidária à candidatura do governador Flávio Dino à reeleição. Em São Luís, Rodrigo Maia foi ao Palácio dos Leões, reuniu-se com o governador, a quem elogiou como líder político e como chefe de um Governo apontado como uma ilha de excelência em meio a um cenário de crise nacional. “Numa crise econômica que o Brasil vem vivendo desde 2015, ter um Estado com suas contas equilibradas, pagando seus servidores e continuando investindo é uma demonstração de muita competência. Isso é uma grande demonstração de competência e de capacidade administrativa do governador Flávio Dino”, declarou Rodrigo Maia.

Finalmente, o momento político mais simbólico ocorrido em meio a tiroteios verbais causados pela tal circular da PM e gestos de grandeza como o do presidente Rodrigo Maia: o desafio feito pelo governador Flávio Dino à ex-governadora Roseana Sarney para um debate direto e franco, ao vivo, transmitido pela TV Mirante. Um evento dessa natureza seria de extrema importância para uma se ter a real dimensão da corrida sucessória em curso no Maranhão. Flávio Dino teria a oportunidade de mostrar o real alcance da sua visão como político e gestor, enquanto Roseana Sarney teria a chance de mostrar o seu tamanho político e a verdadeira estatura da gestora que administrou o Maranhão por quase 14 anos. Seria uma espécie de tira-teima definitivo.

Os três eventos ilustram bem a realidade política do Maranhão neste momento e sinalizam com alguma clareza o que vem por aí.


PONTO & CONTRAPONTO

Lobão reafirma candidatura à reeleição e garante que Roseana será candidata ao GovernoEdison 

Em Brasília, de onde acompanha todos os movimentos do cenário político do Maranhão, o senador Edison Lobão elimina todas as dúvidas em relação à sua candidatura. A saúde, segundo afirma, “esta em dia”, e “ficará cem por cento quando resolver esse problema no fêmur, que já está quase resolvido”. Ainda se movimentando sobre uma cadeira de roídas – “Mais por precaução”, diz – senador reafirma com todas as letras: “Sou candidato à reeleição”. E justifica a declaração enfática dizendo ter informações segundo as quais sua posição nas pesquisas feitas para medir as preferências do eleitorado “é a melhor possível”, confirmando que terá o atual suplente Lobão Filho (MDB) como candidato à reeleição. O senador Edison Lobão também não tem qualquer dúvida quanto à candidatura da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) ao Palácio dos Leões: “Roseana é candidata e está muito bem”.



Pedido de intervenção: uma artimanha que gera notícia, mas sem qualquer futuroOs deputados Eduardo Braide, Max Barros, Alexandre Almeida, Graça Paz e Wellington do Curso protocolam pedido de intervenção no estado durante eleções

A guerra política costuma gerar algumas posições distorcidas. No caso do confronto aberto em curso no Maranhão, travado entre o governador Flávio Dino e a cúpula do Grupo Sarney, a iniciativa mais curiosa é pedido de intervenção federal no Maranhão durante o processo eleitoral, formalizado por um grupo de deputados tendo à frente o deputado Eduardo Braide (PMN) – que estuda a conveniência política de ser candidato a governador. Não se discute que o Grupo Sarney tem o direito de imaginar uma bucha dessa natureza e dispará-la para ver se cola. Não deveria fazê-lo, mas faz parte do jogo, que comporta estratégias, estratagemas e até artimanhas. O pedido de intervenção tem todas as características de uma artimanha, daquelas bem urdidas, para criar um clima de instabilidade e insegurança políticas que simplesmente não existe no Maranhão há muito tempo. É de direito formular o pedido, anuncia-lo como uma bomba e ser fotografado no guichê da Justiça Eleitoral protocolando o documento. E o seu desfecho é tão previsível, que na próxima semana ninguém tocará mais no assunto. Se acontecer diferente, o Maranhão estará no centro de uma polêmica nacional.

Brasília, 24 de Abril de 2018. Fonte:http://reportertempo.com.br

Herança Digital no Brasil discute quem pode acessar os emails e o Face depois da morte do titular


A dialética de fatores como os espantosos avanços da tecnologia digital e informacional, aliados à relativa democratização do acesso a dispositivos eletrônicos com conexão à internet, revolucionou diversos aspectos da vida individual e em sociedade, dentre os quais o acúmulo de riquezas em meio virtual decorrentes, por exemplo, da aquisição de arquivos digitais e da manutenção páginas na internet. Com a morte de seu titular, tais bens passam a compor a herança digital, instituto cuja proposta de tutela ficou a cargo do Projeto de Lei nº 4099/2012, que pretende assegurar a transmissão aos herdeiros de todos os conteúdos de contas ou arquivos digitais de titularidade do autor da herança.



Quem, entretanto, gostaria de ter todas suas conversas realizadas de forma privada, por exemplo, no Messenger do Facebook, no Direct do Instagram, ou ainda por e-mail, devassadas por qualquer pessoa que seja?

O que dizer dos arquivos de mídia eventualmente existentes entre uma mensagem e outra? Aquele áudio ou vídeo “sensualizando” madrugada adentro, ou ainda o famoso “nudes”, como ficou popularmente conhecida a foto corporal de natureza íntima…

Quem se sentiria confortável com a ideia de que seus pais ou filhos, por exemplo, pudessem ter acesso a eles? E se entre as conversas houvesse a confissão de algum segredo que ofalecido nunca quis que seus familiares soubessem? A morte torna inexigível a defesa da privacidade, intimidade, honra e imagem daquele que veio a óbito?

O livro Herança Digital, do advogado Gustavo Pereira aborda os possíveis impactos do Projeto de Lei de Lei nº 4099/2012 sobre a defesa póstuma dos direitos da personalidade.

O livro está com lançamento marcado para o dia 14 de maio, às 18h, no Teatro Maria Izabel na faculdade UNDB em São Luis mas já pode ser adquirido clicando aqui no site da Editora Lumen Juris ou no site da Amazon. Fonte: http://louremar.com.br

Tricampeão de Jiu Jitsu é morto após discussão de trânsito no MA


O tricampeão de Jiu Jitsu e professor e professor de artes marciais, Tiago Guma de 29 anos, foi morto na manhã desta terça-feira, 24, no município de São Domingos do Maranhão, no interior do estado. O crime teria sido uma suposta discussão. Tiago Guma estava em seu veículo quando houve a colisão na rua Delfino Calvo entre o veiculo que estava o atleta e uma motocicleta condizida por uma pessoa identificada até o momento por ‘Cimar’. O acidente entre os veículos gerou um desentendimento seguido de agressões. Foi quando o acusado teria sacado de uma arma de fogo e disparado pelo menos três vezes contra Tiago Guma, que estava no chão. O campeão de artes marciais recebeu dois disparos de arma de fogo na região da cabeça, sendo socorrido minutos depois e transferido para o hospital macro regional de Presidente Dutra, o Socorrão. Tiago Guma, tinha uma historia invejável no mundo do esporte. Atualmente era professor de Jiu-Jitsu e ajudava a inserir crianças no mundo do esporte e retirar adolescentes do mundo da criminalidade.

E agora? Investigação confirma armação de Roseana Sarney contra Flávio Dino em 2014

O então comandante da Polícia Militar, coronel Zanoni Porto, teria dado a
ordem pessoalmente para a operação contra o irmão do então candidato
Flávio Dino nas eleições 2014.

Um inquérito instaurado pela Polícia Militar confirmou uma armação do grupo Sarney para tentar inviabilizar a vitória do então candidato a governador Flávio Dino, nas eleições de 2014. Uma operação policial direcionada a um irmão do então candidato foi armada para tentar criar uma denúncia contra Dino. Três anos depois, um inquérito militar confirmou que houve conduta arbitrária, ilegal e abusiva e que a decisão da operação partiu diretamente do antigo comando da corporação, chefiada por Roseana.
Na madrugada do dia 03 de setembro de 2014, a PM realizou uma abordagem na altura do Posto da Estiva, em São Luís, em um veículo Hilux – que fora perseguido por um gol prata do serviço velado – conduzido por Saulo Dino, irmão do então candidato pelas oposições contra a governadora Roseana Sarney. Ao contrário do que foi divulgado oficialmente à época, a blitz foi montada especialmente para fazer a abordagem. A barreira policial durou cerca de 1h e o único veículo que foi abordado para inspeção completa durante toda a madrugada tinha sido o do irmão de Flávio Dino.
O inquérito instaurado a partir da delação de policiais militares que participaram da abordagem e do próprio Saulo Dino apresenta representação por crime de abuso de autoridade contra os oficiais que comandavam as instâncias superiores no governo Roseana Sarney.
Os depoimentos dos policiais confirmam que no dia 02 de setembro de 2014 o coronel Francisco Wellington, comandante do Batalhão de Choque, recebeu um telefonema do coronel Zanoni Porto – comandante-geral da PMMA na gestão da ex-governadora Roseana Sarney – para repassar uma missão que tinha como objetivo abordar um veículo tipo caminhonete de cor branca que possivelmente estaria com drogas e armas, segundo a Diretoria de Inteligência e Assuntos Estratégicos (DIAE), comandada pelo coronel José Carvalho.

A ex-governadora Roseana Sarney , a comandante em chefe da Polícia Militar em 2014.Em seu depoimento, o major Wellington detalhou que no final da tarde do dia que antecedeu a abordagem chegou a comparecer na sala do comando geral da PMMA e ouviu do próprio comandante-geral Zanoni que havia uma “operação policial” em andamento. Segundo ele, os suspeitos estavam hospedados no Grand São Luís Hotel e sendo monitoradas por policiais do chamado ‘serviço velado’ da PMMA.

Ainda de acordo com o major Wellington, o coronel Carvalho disse que era para ele aguardar os ‘suspeitos’ serem abordados, pois eles ainda estavam no hotel e o serviço de inteligência estava monitorando. Segundo o inquérito, Wellington afirmou que, ao tomar conhecimento do resultado da abordagem, se viu preocupado e cogitou que a “PMMA estivesse sendo usada para fins particulares por conta das disputas eleitorais que se aproximavam”.
A abordagem

O tenente Samarino Santana, que fora o oficial que comandou a abordagem no veículo “alvo”, afirmou que recebeu ordens diretamente do coronel Zanoni e do coronel Carvalho, que lhe fora repassado que a abordagem se daria em virtude de suspeitas do veículo estar transportando drogas, armas e dinheiro. Ele estranhou estar recebendo ordens daquela forma, diretamente do comandante da PMMA e do chefe do Serviço de Inteligência, pois o usual seria que recebesse tais ordens do comandante do batalhão a que está inserido.
Em seu depoimento, o tenente Samarino assegurou que durante a abordagem aproximaram-se dois policiais do serviço velado da PMMA. Ele conversou com um deles, o sargento Issac, que afirmou que estavam seguindo a Hilux branca desde cedo, o que também corrobora a afirmação de Saulo Dino de que ele estivesse sendo perseguido por um gol prata.
O policial militar Samarino afirmou perceber que, “ao identificar o condutor da Hilux como sendo um irmão do então candidato ao Governo do Estado do Maranhão, aquela abordagem possuísse fins políticos, pois estava em andamento uma campanha para governador”.
Análise de imagens

Contam ainda no inquérito imagens do CIOPS (Centro Integrado de Operações de Segurança) em que é possível perceber que efetivamente a blitz realizada naquele dia e horário não se tratava de uma barreira policial de rotina, circunstância que foi corroborada pelos depoimentos dos policiais militares envolvidos na ação.

Imagem da operação da PM durante revista ao veículo dirigido por Saulo Dino,
irmão do então candidato Flávio Dino. Fonte: http://www.humbertoruy.com.br

Prefeito de Newton Bello e alunos visitam Aldeia Indígena em Comemoração ao Dia do Índio

Em Comemoração ao Dia do Índio, os alunos das Escolas Municipais visitaram na última quinta-feira(19) e sexta-feira(20), a Aldeia Indígena Januária, no município de Pindaré-Mirim.

Estiveram acompanhado a visita junto com o professores alunos e diretores, o prefeito Roberto do Posto e a secretária de educação Josélia Sena.

“Esse contato com cultura indígena é muito importante no sentido de sair do abstrato e trazer para a realidade , algo tão próximo e que parece distante. Há uma importância muito rica no trabalho com valores, solidariedade, humanização e principalmente igualdade racial”, ressalta o professor Machado, organizador da visita.

“Eu gostei das coisas que eles fazem, das pescarias, gostei das tintas, das flechas, da tribo. É um pouco diferente dos desenhos, porque tem que melhorar a pintura”, relatou a aluna Vanessa.

Acompanhe mais imagens na integra.

 

Morre bombeira que se queimou em incêndio com o celular



Acidente aconteceu no último dia 2 de abril, na residência da vítima, em Gravataí. | Foto: Facebook/ Reprodução

A técnica em enfermagem Gislene Martins Goulart, de 36 anos, morreu no início da manhã desta quinta-feira no Hospital de Pronto Socorro (HPS), em Porto Alegre. No último dia 2 de abril, parte do apartamento de Gislene, localizado em Gravataí, pegou fogo e ela ficou gravemente ferida. De acordo com o presidente do Grupo de Resgate e Apoio Voluntário de Emergência (Grave), instituição na qual Gislene era bombeira desde 2016, no momento do incidente, a técnica em enfermagem estava sozinha em seu apartamento. “Há a hipótese de que ela estaria dormindo no momento do acidente e que os vizinhos não conseguiram ajudá-la imediatamente. Momentos depois do incêndio, possivelmente causado por um aparelho celular que estava sendo carregado, ela foi levada ao Hospital Dom João Becker, para então ser transferida ao HPS. Agora, precisamos esperar a perícia para que tudo seja esclarecido”, disse Michel Elias da Silva.

Prefeitura de Newton Bello Participou do Segundo ciclo de capacitação do Selo Unicef em São Luís

O município de Gov.Newton Bello representado pelo articulador do selo Unicef, o diretor de gabinete “Andre Sales” acompanhado pela presidente do CMDCA, Ivanilde Teles , participou nesta sexta-feira(20), em São Luís, do 2° Ciclo de Capacitação do Selo Unicef (edição 2017-2020).





Evento

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em parceria com o Governo do Estado, realizou nesta sexta-feira (20), o 2° Ciclo de Capacitação do Selo Unicef (edição 2017-2020). Durante todo o dia, os articuladores municipais do Selo conheceram a metodologia e simularam a realização dos Fóruns Comunitários, etapa obrigatória na realização do Selo, a ser cumprida até o mês de junho nessas cidades.

O Fórum tem como objetivo realizar a escuta qualificada da população e suas diferentes representações quanto as necessidades e prioridades em políticas públicas destinadas a crianças e adolescentes. A partir disso, os municípios desenvolverão um Plano de Ação, voltado para identificar os principais desafios e definir as prioridades para o enfrentamento das desigualdades na realização dos direitos de crianças e adolescentes.

Laura da Silva, é articuladora municipal do Selo Unicef em Belágua, uma das 30 inseridas no Plano Mais IDH. Ela destaca que o município está empenhado em mudar os indicadores e a enfrentar os principais problemas que afetam crianças e adolescentes, nas áreas de saúde, educação, proteção e participação social. “A gente tem trabalhado muito a fim de melhorar os índices de nossa cidade e com a chegada do Selo Unicef todos nós do poder público juntamente com a população, vamos mudar a realidade de Belágua”, pontuou a articuladora.“O Fórum Comunitário é um momento muito emblemático do Selo, porque os gestores garantem a participação da comunidade para resolverem os principais desafios que tenham relação com a garantia dos direitos da criança e do adolescente”, esclareceu Anyoli Sanabria, coordenadora do Território Amazônico do Unicef.

No Maranhão, 209 municípios aderiram a esta edição do selo. O Governo do Estado é parceiro do Unicef e aproveita a metodologia utilizada por ele, para causar impacto nos indicadores relacionados a proteção integral à criança e ao adolescente. “A ideia é usar esse exercício que o Unicef faz com os municípios que é bastante simples, de aproximação entre a realidade que precisa mudar e a capacidade de monitorar esses indicadores e aplicar isso de maneira democrática e muito bem capilarizada no Maranhão”, afirmou o secretário de Políticas Públicas e Articulador Estadual do Selo Unicef, Marcos Pacheco.

Após o primeiro ciclo de capacitação, que ocorreu em novembro do ano passado, os municípios desenvolveram inúmeras atividades, entre elas, diagnóstico participativo da situação da infância e adolescência, adesão à Campanha “Fora da Escola Não Pode”, de busca ativa escolar e de criação de núcleos de adolescentes para engajamento e mobilização destes públicos para o debate de seus direitos.

Prefeitura de Newton Bello promove caminhada em comemoração ao “Dia Nacional do Livro Infantil”

A Creche Lourdinha Gusmão promoveu na manhã desta sexta-feira(20), uma caminhada em alusão ao Dia Nacional do Livro Infantil, comemorado no dia 18 de abril.

A caminhada percorreu as principais ruas da cidade e ação contou ainda com caracterização dos personagens da obra de Monteiro Lobato, Sítio do Picapau Amarelo, por parte dos alunos.

O evento contou com participação do prefeito Roberto do Posto, Secretária de Educação Josélia Sena,coordenadora Cilli Regina, diretora Gracilene, professores e alunos da instituição infantil e os pais que acompanharam a caminhada.

A Prefeitura Municipal e Secretaria de Educação deram total apoio para realização do evento.

“Dia Nacional do Livro Infantil”

Você sabia que no dia 18 de abril é comemorado o Dia Nacional do Livro Infantil? A data não foi escolhida ao acaso: trata-se de uma justa homenagem a Monteiro Lobato, escritor que, como poucos, dedicou-se à literatura infantil no Brasil.

O Dia Nacional do Livro Infantil foi instituído em 2002, ano em que foi criada a Lei 10.402/02, registrando a data de nascimento de Monteiro Lobato como o dia oficial da literatura infantojuvenil. Escritor vinculado ao Pré-Modernismo brasileiro que contribuiu com obras célebres para o público adulto, Lobato deixou também um enorme legado para a literatura infantojuvenil, já que mais da metade de seus livros era dedicada a esse público. Sua primeira história infantil, A menina do narizinho arrebitado, foi publicada em 1920, e o sucesso do livro fez com que outros tantos surgissem, imortalizando as personagens Dona Benta, Pedrinho, Narizinho, Tia Nastácia, Emília, o Visconde de Sabugosa, entre outros, que posteriormente seriam eternizados no famoso programa de TV produzido no final dos anos 1970 até meados dos anos de 1980 e retomado no final dos anos de 1990 até meados dos anos 2000.

Presidenciáveis enfrentam mais de 160 investigações em tribunais pelo país


De Lava Jato a barbeiragem no trânsito, há investigados, denunciados, réus, condenados e um preso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que lidera as pesquisas eleitorais. Levantamento feito pela Folha nos tribunais superiores, federais e estaduais mostra que a Lava Jato e suas derivações, além de outras investigações de desvio, são pedras no sapato de ao menos oito presidenciáveis. Esse pelotão é liderado por Lula —condenado a 12 anos e um mês—, o presidente Michel Temer (MDB) —alvo de duas denúncias e de duas investigações em andamento—, o senador e ex-presidente Fernando Collor (PTC) —réu na Lava Jato e alvo de outros quatro inquéritos— e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), investigado em dois inquéritos na maior operação de combate à corrupção da história do país.


Com exceção de Lula, que tem até 31% das intenções de voto, Temer, Collor e Maia não ultrapassam 2%, segundo o Datafolha.

A condenação e prisão praticamente inviabilizaram a candidatura de Lula, mas o PT afirma que fará o registro do ex-presidente na disputa. Nos bastidores, no entanto, são cogitados para substituí-lo o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad e o ex-governador da Bahia Jaques Wagner.

Sobre Haddad, há uma investigação aberta por suposto caixa dois, em decorrência da delação do empresário Ricardo Pessoa, da empreiteira UTC, um dos delatores da Lava Jato.

Em relação a Wagner, ele foi alvo recentemente da Operação Cartão Vermelho (que apura suspeita de propina na reforma da Arena Fonte Nova). Outros dois outros casos foram enviados para o juiz Sergio Moro, responsável pela Lava Jato no Paraná.

O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) teve seu caso enviado para a Justiça Eleitoral, o que o tirou da mira imediata da Lava Jato.

Nesta sexta (20), o Ministério Público de São Paulo afirmou que também irá investigar se o tucano cometeu improbidade administrativa no episódio, que é a suspeita de recebimento caixa dois de mais de R$ 10 milhões. Delatores da Odebrecht afirmam ter direcionado o dinheiro à campanha do tucano ao governo paulista em 2010 e 2014.

Segundo o Datafolha, Alckmin tem 8% das intenções de voto, no melhor cenário.

Tanto Alckmin quanto Haddad são alvos também de ações por questões administrativas, motivadas pela passagem de ambos pelo comando do Executivo paulista e paulistano.

O ex-prefeito, por exemplo, responde a ação do Ministério Público por suposta falta de planejamento na construção de ciclovias. O tucano é alvo, entre outras, de ações da bancada do PT sob o argumento de ilegalidades em licitações e outras ações de governo.

Outro investigado é o ex-presidente do BNDES Paulo Rabello de Castro (PSC).

Como representante de uma empresa de qualificação de risco, ele foi alvo de quebra de sigilo bancário e fiscal e depôs em investigação sobre possíveis fraudes em investimentos do fundo de pensão dos Correios, em fevereiro. Castro também tem quase um traço nas pesquisas (1%).

Um segundo grupo de presidenciáveis responde por declarações que podem ser consideradas crime. É puxado por Jair Bolsonaro (PSL), um dos líderes na corrida ao Planalto na ausência de Lula (17%).

O deputado responde a duas ações penais no STF sob acusação de injúria e incitação ao estupro, além de uma denúncia por racismo por palestra em que criticou quilombolas —na área cível, Bolsonaro foi condenado nesse último caso, em primeira instância, a pagamento de indenização de R$ 50 mil. Ele recorreu.

As acusações de incitação ao estupro são motivadas por um bate-boca em 2014 com a deputada Maria do Rosário (PT-RS). Bolsonaro disse, na ocasião, que não a estupraria porque ela não merece.

“O emprego do vocábulo ‘merece’ (…) teve por fim conferir a este gravíssimo delito, que é o estupro, o atributo de um prêmio, um favor, uma benesse à mulher, revelando interpretação de que o homem estaria em posição de avaliar qual mulher ‘poderia’ ou ‘mereceria’ ser estuprada”, diz parte do acórdão da 1ª turma do Supremo ao acolher em 2016 a denúncia.

Ciro Gomes (PDT) é o campeão, em volume, de casos na Justiça. Ele acumula mais de 70 processos de indenização ou crimes contra a honra, movidos por adversários. Temer, chamado de integrante do “lado quadrilha do PMDB”, é um deles. Ciro foi condenado em primeira instância e recorreu.

Outros adversários que o processam são Bolsonaro (chamado de “moralista de goela”), os tucanos José Serra (“candidato de grandes negócios e negociatas”) e João Doria (“farsante”), e o presidente do Senado, Eunício Oliveira (“pinotralha, uma mistura de Pinóquio com Irmão Metralha”). O pedetista tem 9% das intenções de voto.

O ministro aposentado do STF Joaquim Barbosa (PSB), que chega a 10% das intenções de voto, foi condenado por danos morais por ter dito que um jornalista “chafurdava” no lixo. Cabe recurso.

A Folha localizou ainda casos como o de Guilherme Boulos (PSOL). Além de processos relacionados ao Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, do qual é líder, ele teria batido em setembro na traseira de uma moto, arremessando-a contra a traseira de outro carro, segundo o boletim de ocorrência.

O dono do outro veículo disse à Justiça que Boulos prometeu falar com seu advogado sobre o conserto. “Desde então o requerido [Boulos] não mais atende suas ligações.”

O número de investigações e processos pode ser maior porque o levantamento não inclui ações em segredo de Justiça, processos trabalhistas e eventuais ações movidas na Justiça de primeira instância de estados que não são os de origem ou atuação política do presidenciável. Há também tribunais que dificultam o acesso público.
OUTRO LADO

Os presidenciáveis negaram irregularidades e disseram que serão absolvidos. A defesa de Lula e as assessorias de Michel Temer e de Fernando Collor, alvos da Lava Jato, não quiseram se manifestar. Joaquim Barbosa não respondeu.

Advogado de Jair Bolsonaro, Gustavo Bebianno afirmou que a Procuradoria-Geral da República agiu com viés político na denúncia sobre racismo e que o deputado fez apenas uma brincadeira. “O Jair é contrário a qualquer tipo de cotas. O que aconteceu no passado, com índio, negro, seja lá quem for, tem que ficar no passado. A gente tem que construir é daqui pra frente, um Brasil igualitário.”

Sobre acusação de incitar estupro, afirmou que Bolsonaro só revidou a agressão, em momento de cabeça quente.

Também por meio de sua assessoria, Geraldo Alckmin afirmou que está à disposição para esclarecimentos e que tem “total consciência da correção de seus atos”.

Sobre ações populares relacionadas a sua gestão, afirmou que elas foram movidas pela oposição e grupos de interesse e que “visam prejudicar o nome íntegro de um homem dedicado à vida pública”.

Ciro Gomes disse, via assessoria, que não teve o nome citado “na Lava Jato nem em qualquer roubalheira” e que todos os processos estão relacionados a opiniões, não a desvio moral. “É um caso muito semelhante ao Grupo Folha, que sempre primou pela liberdade de expressão e acumula contra ela cerca de 75 processos de injúria, calúnia e difamação.”

Rodrigo Maia, investigado na Lava Jato, afirmou que tem prestado os esclarecimentos necessários, que confia na Justiça e aguarda que “tudo seja esclarecido com a maior brevidade possível”. Sobre a rejeição das contas do DEM durante sua gestão, em 2010, afirmou que o partido recorreu porque o julgamento ocorreu sem que a defesa fosse ouvida.

Paulo Rabello disse confiar na elucidação do caso: “A partir da análise do material entregue os investigadores terão total condição de elucidar o caso, esclarecer as responsabilidades e enquadrar os eventuais culpados”.

Jaques Wagner não comentou as investigações contra ele. Fernando Haddad disse que o caso relativo à delação de Ricardo Pessoa será em breve arquivado, assim como as ações por questões administrativas de sua gestão na prefeitura.

Guilherme Boulos afirmou, via assessoria, que “o próprio autor da reclamação diz que quem atingiu o veículo dele foi um motociclista, que teria fugido depois do acidente —e não o pré-candidato”.

O advogado de Flávio Rocha (PRB), Marcellus Ferreira Pinto, disse que na única ação a que responde, por coação, calúnia e injúria, movida pelo Ministério Público para defender uma procuradora do Trabalho, “a mesma será julgada improcedente.”

Manuela D’Ávila (PC do B), investigada ao lado de outros políticos por uso de cota parlamentar na emissão de passagens áreas para terceiros quando era deputada federal, disse que já houve pedido de arquivamento em um dos casos, além de decisões favoráveis aos réus.

Guilherme Afif (PSD) disse que só respondeu a duas ações na área cível, sendo uma extinta. A outra, de propaganda política irregular, está na “fase de apuração do valor a ser ressarcido por oito requeridos.”
Aldo Rebelo (SD) foi processado pelo ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira, que tentou censurar um livro sobre CPI que envolveu a entidade. O STJ revogou em 2017 a censura que fora acolhida.

Alvaro Dias (Pode) figura em antiga ação de execução do INSS. Sua assessoria jurídica disse que as peças do processo não estão disponíveis.

A Folha encontrou no nome de Henrique Meirelles (MDB) dois casos. Sua assessoria afirmou que se referem a cobrança de indenização por evento que ele não compareceu, mas que o ex-ministro ganhou as causas. A assessoria não respondeu se há outras ações.

Marina Silva (Rede) e João Amoêdo (Novo) afirmaram que não respondem a processos.

Humoristas sofrem acidente de carro a caminho de show



Os humoristas Tiago Barnabé e Evandro Santo sofreram um acidente automobilístico a caminho de Pilar do Sul, cidade próxima a Sorocaba (interior de São Paulo), onde fariam um show na noite do último sábado (21). O veículo em que os dois estavam foi atingido por um carro que invadiu a pista e jogado para o acostamento da rodovia.

Tiago Barnabé, que interpreta Narcisa no programa “Eliana” (SBT), conduzia o veículo ao lado de seu empresário, Jardielson Silva, e cortou o pulso. Evandro Santo, que atualmente trabalha no programa “Melhor da Tarde” (Band) sentou-se no banco de trás e bateu a cabeça no assento da frente, sem gravidade. Os três não sofreram ferimentos graves porque usavam cinto de segurança.
“A seis quilômetros da cidade, um veículo veio em alta velocidade e invadiu a nossa pista. Bateu o nosso carro, arregaçou o lado do passageiro todinho, quebrou o retrovisor e as duas portas. Jogou a gente até o fim do acostamento, perto de uma ribanceira. Estávamos a 80 quilômetros por hora. O carro deveria estar a 140 ou 150”, diz o empresário de Barnabé em entrevista ao UOL.

O veículo em alta velocidade não parou para socorrer Barnabé e Evandro. Apesar do susto, os dois se apresentaram em Pilar do Sul e voltaram para São Paulo com o carro guinchado.

“O impacto foi muito forte. Se tivesse pegado de frente, hoje você não estaria falando comigo. Foi Deus que nos protegeu. No primeiro momento, tínhamos cancelado porque ele [Tiago Barnabé] estava sem nenhuma condição. Estava bem agitado, mas fizemos o show em respeito aos fãs que nos esperaram”, conta Jardielson Silva.

Tiago Barnabé descreveu o acidente e tranquilizou os fãs em seu perfil no Facebook: “Obrigado, Deus, por mais uma oportunidade de vida e livramento. Eu e minha equipe acabamos de sofrer um acidente e estamos bem. Quero voltar para casa logo. O cara que jogou o carro em cima da gente na rodovia sumiu”.

Prefeito é preso suspeito de estuprar criança, se passou por policial para convencer vítima a entrar em carro, diz irmã

O prefeito em exercício de Bariri (SP), Paulo Henrique Barros de Araújo (PSDB), teria se passado por um policial à paisana para convencer uma menina de 8 anos a entrar em seu carro. A informação foi passada à TV TEM pela irmã da menina, Josiele da Silva. O político foi preso no sábado (21) suspeito de ter raptado e estuprado a menor de idade.


Na delegacia, segundo o delegado Fábio Mariotto que fez o flagrante, ele teria confessado o estupro, no entanto, na audiência de custódia realizada na manhã deste domingo (22), ele negou todas as acusações. O advogado de defesa do prefeito, Humberto Pastrello, não quis comentar o caso.

Na audiência foi decretada a prisão preventiva de Paulo Araújo e a também o sigilo do processo. Ele deve permanecer preso até o final das investigações. Paulo Araújo foi levado inicialmente para o Centro de Detenção Provisória de Bauru (CDP), mas pode ser transferido para outra unidade pela Secretaria de Administração Penitenciária (SAP).

O caso será encaminhado para o Tribunal de Justiça de São Paulo, uma vez que o prefeito tem foro especial, que irá definir se as investigações serão mantidas pela Polícia Civil.

Conforme o relato da criança para a família, o prefeito teria se passado por policial e dito que um ladrão estaria no bairro e, por isso, levaria a menina de volta para casa. Entretanto, vizinhos viram a garota conversando com um desconhecido e avisaram a família, que acionou a Polícia Militar.

Horas mais tarde, a menor de idade foi encontrada em um bairro distante, na Zona Leste de Bauru. Pela manhã, havia saído comprar pão, algo que era comum fazer no bairro José Regino, onde mora.

“As vizinhas viram. Diz que ela parou, começou a gesticular e conversar. Nisso ele desceu, pegou a criança e colocou no carro. Travou com o vidro escuro e foi embora a milhão”, afirma Luana Garcia, prima da criança.
O empresário Luis Henrique Souza, que junto com a esposa encontrou a criança chorando, afirma ter estranhado vê-la sozinha andando tão cedo na rua. Ele conta ter pedido para a mulher perguntar se a garota estava bem.

“Chacoalhando a cabeça [ela] disse que não. Então, nós perguntamos o que havia acontecido e ela disse que um homem havia a levado para o mato. Isso foi o suficiente para colocarmos ela no carro. Queríamos tranquilizá-la porque vimos que estava bem transtornada e perdida.”

O casal levou a menina de volta para casa, onde a família já aguardava por informações e havia acionado a Polícia Militar. A criança teria conseguido fugir do suspeito quando o carro caiu em uma vala em uma estrada de terra.

O prefeito foi encontrado caminhando no Vale do Igapó sem camisa e aparentava estar alterado, segundo a polícia. A equipe da PM relatou ter tido dificuldade para conter o político.

“Desobedeu ordem de parada dos policiais, resistiu, entrou em luta corporal ali na hora para não ser algemado. Posteriormente fizemos a conexão dos fatos e ele mostrou onde estava o veículo escondido”, diz o tenente Michel Pietro, que comandou as buscas pela garota.

A menina e o prefeito foram levados para a Unidade de Pronto-atendimento do Jardim Bela Vista para realização de exames de corpo de delito. De lá, seguiram para a delegacia, onde o caso foi registrado como estupro de vunerável consumado. Parentes da criança se reuniram em frente ao local e pediram justiça.

O laudo que vai comprovar se houve conjunção carnal deve sair em até 30 dias. O Conselho Tutelar já está acompanhando o caso para dar todo o suporte necessário para a menina.

No carro do prefeito também foi encontrado um cigarro de maconha e a CNH apresentada por ele está vencida desde outubro do ano passado.

Paulo Henrique de Araújo (PSDB) é prefeito de Bariri desde janeiro de 2017

Os 48 políticos investigados na Lava Jato que perderão foro privilegiado se não se reelegerem





Quarenta e oito políticos com foro privilegiado que estão sendo investigados ou foram denunciados na operação Lava Jato correm o risco de ter seus casos enviados à primeira instância caso não consigam se reeleger em outubro.

Membros de Executivo e Legislativo poderão ter seus casos remetidos à primeira instância caso não consigam se eleger

A BBC Brasil listou os políticos que estão na mira da força-tarefa mas que, por terem foro privilegiado, respondem em cortes superiores, onde o andamento dos processos costuma ser mais lento. Boa parte do grupo deverá tentar a reeleição, o que garantiria a manutenção do foro privilegiado.

A lista inclui o presidente Michel Temer, três governadores, dez senadores e 34 deputados federais.

Não estão na lista políticos citados em delações da Lava Jato, mas que tiveram os processos arquivados ou desvinculados da operação, nos casos em que a Justiça avaliou que as denúncias não tinham relação com o desvio de recursos da Petrobras.

Caso os políticos não se reelejam e percam o foro, seus casos podem ser enviados a juízos de primeira instância, entre as quais a 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba, onde atua o juiz Sérgio Moro, responsável por grande parte das condenações na Lava Jato.

Os casos de personagens sem foro privilegiado estão indo a julgamento mais rápido - políticos como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ) já tiveram, inclusive, suas condenações confirmadas em segunda instância.

Eles poderão recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao próprio STF, mas, de acordo com o atual entendimento dos ministros do Supremo, a confirmação da sentença na segunda instância já é suficiente para que o condenado seja preso. Foi por isso que Lula, por exemplo, acabou preso neste mês.

Por enquanto, nenhum caso da Lava Jato foi julgado pelo STF, que tem uma longa fila de processos para julgar. Defensores do foro afirmam, porém, que ser ter o caso analisado diretamente pela mais alta corte do país acaba não sendo necessariamente um privilégio, já que, uma vez condenado, o réu só pode recorrer dentro da própria corte.

Temer poderá perder foro privilegiado a depender de seu destino político                      Foto: AFP / BBCBrasil.com

Entre o STJ e o STF

O presidente da República, o vice-presidente, deputados federais, senadores e ministros só podem ser julgados pela última instância, o STF, e não por cortes inferiores enquanto estiverem nos cargos. Governadores respondem na segunda corte mais alta, o STJ.

A lista elaborada pela BBC Brasil não contempla quatro governadores envolvidos na operação que já perderam o foro ao renunciar para concorrer a outros cargos em outubro: Geraldo Alckmin (PSDB-SP), Beto Richa (PSDB-PR), Marconi Perillo (PSDB-GO) e Raimundo Colombo (PSD-SC). Todos negam ilegalidades.

No caso do ex-governador paulista, seu caso foi retirado do escopo da Lava Jato e enviado para o Tribunal Regional Eleitoral do Estado, enquanto os demais aguardam uma definição. Condenações por crimes eleitorais costumam gerar penas menores que as da Justiça convencional.

Prefeitos, governadores e presidente da República que queiram concorrer a cargos diferentes dos que ocupam devem renunciar até seis meses antes da eleição. É o caso de Alckmin, que pretende se candidatar à Presidência, e de Richa, Perillo e Colombo, que devem concorrer ao Senado.

Casos de investigados na Lava Jato hoje com foro privilegiado poderam ser encaminhados à primeira instância - podendo ser julgados, por exemplo, pelo juiz Sérgio MoroFoto: AFP / BBCBrasil.com

A legislação também requer que renunciem até seis meses da eleição candidatos que sejam servidores ou tenham cargos de confiança em órgãos públicos, como ministros e secretários.

Quatro ministros do governo Michel Temer investigados na Lava Jato não renunciaram a tempo de se candidatar em outubro e só não perderão o foro privilegiado caso continuem em cargos de confiança no próximo governo: Eliseu Padilha (MDB-RS), da Casa Civil, Gilberto Kassab (PSD-SP), da Ciência e Comunicações, Helder Barbalho (MDB-PA), da Integração Nacional, e Moreira Franco (MDB -RJ), da Secretaria-Geral da Presidência.

5 dicas para pegar uma esposa ou um marido infiel no ato; a 3º é infalível

Use estas maneiras discretas sobre como pegar um parceiro infiel em flagrante.Se você se sente inseguro em um relacionamento, fale sempre com seu parceiro e diga-lhe sobre seu sentimento. Às vezes, pode ser apenas um mal-entendido. A comunicação sempre ajuda a resolver as coisas.

Confrontar um infiel ou um traidor sem culpa nunca ajuda, porque não importa o quanto você chore ou lembre a eles o quanto você os ama, eles são egoístas demais para pensar em alguém além de si mesmo. [VIDEO] Então, em vez de confrontar seu parceiro todas as noites, vá com calma e deixe-o pensar que tudo está bem e esquecido.

Apenas finja que tudo está normal e observe como ele se comporta ao seu redor nas próximas semanas.

Uma vez que seu parceiro acha que você não suspeita mais, use esses sinais e maneiras para pegar um parceiro infiel no ato:

1) Veja os sinais

Você viu uma mudança no comportamento do seu parceiro recentemente? Eles começaram a se exercitar, se vestindo melhor ou começaram a usar um novo perfume noturno sedutor? Eles podem não ter razão para as mudanças e, quase sempre, essas mudanças podem parecer muito espontâneas. [VIDEO]

2) Eles ficam nervosos

Tente entrar quando menos esperarem sem se anunciar, especialmente se eles estiverem sozinhos por um tempo. Seu parceiro age de forma nervosa quando você se aproxima, especialmente se estão ao telefone ou na frente do computador. Eles provavelmente estavam fazendo alguma coisa e não querem que você saiba o que era.

3) Crie um perfil falso

Crie um perfil falso e acesse em sites que promovam encontro de casais e veja se o seu parceiro está usando um deles.

Ou, para começar, basta criar um perfil falso no Facebook e adicionar muitos amigos aleatórios para que sua conta pareça legítima. Então, envie um convite para o seu parceiro e fique amigo dele. Durante alguns dias ou semanas, comece a flertar com ele e veja como reage a você. [VIDEO]

4) Telefone

Seu parceiro de repente precisa de muito tempo enquanto fala pelo telefone. Eles soam desajeitados ou se afastam de você para a sala ao lado enquanto conversam ao telefone com algumas pessoas.

Você pode até encontrar mensagens de texto a partir de números e textos aleatórios. Lembre-se: quando as pessoas traem, elas sempre podem armazenar o número do amante com outro nome e usar palavras de código para interagir com as outras.

5) Senhas

Seu parceiro mudou a maioria de suas senhas, mesmo que você acreditasse que conhecia todas elas. Mesmo quando você pede a nova senha, eles dão uma desculpa para esconder isso de você.

Às vezes, você pode ver que eles posicionam o computador ou o celular de costas para você, mas nunca fizeram isso antes. Use essas maneiras para pegar um infiel no ato. Mas lembre-se, não use essas dicas a menos que esteja certa de que o parceiro está lhe traindo e só quer confrontá-lo no ato. #Relações intimas#Saúde #Mulher
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