14 janeiro 2026

Confraternização da Academia Zedoquense de Letras celebra a força da literatura e projeta um 2026 de grandes conquistas

A Academia Zedoquense de Letras (AZL) e a Academia Zedoquense de Letras Juvenil (AZLJ) protagonizaram um dos momentos culturais mais marcantes do início de 2026 em Zé Doca: a tradicional confraternização anual que reuniu confrades, confreiras, jovens talentos e amantes da literatura em uma tarde de intensa celebração à arte da palavra.

O encontro foi marcado por um clima de acolhimento, alegria e profunda valorização da produção literária local. Entre poemas declamados, apresentações artísticas, rodas de conversa e excelentes bate-papos, a confraternização se transformou em um verdadeiro mosaico cultural, no qual gerações se encontraram para fortalecer os laços entre a experiência dos veteranos e a criatividade pulsante da juventude.


Um dos pontos altos do evento foi a já consagrada troca de livros, o “Amigo Literário”, momento em que os participantes compartilham obras e histórias, promovendo não apenas a circulação de títulos, mas também o intercâmbio de ideias, sentimentos e vivências. Cada livro entregue carregava consigo um gesto de afeto e o compromisso coletivo com a leitura como instrumento de transformação social.

A confraternização também contou com uma programação descontraída, repleta de poesia, arte e, claro, boa comida, proporcionando um ambiente leve, propício para a integração entre os membros das duas academias. O evento reafirmou que a literatura em Zé Doca não é apenas produção intelectual, mas sobretudo convivência, partilha e construção de identidade cultural.

Ao final, os confrades e confreiras deixaram uma mensagem de esperança e entusiasmo: que 2026 seja um ano de muito sucesso, trabalho e de ainda mais brilho para a literatura zedoquense. A diretoria da AZL e da AZL Juvenil registrou agradecimentos especiais a todos que se fizeram presentes e colaboraram para o êxito do encontro.

A confraternização não foi apenas uma celebração de fim de ano literário, mas a reafirmação de um compromisso coletivo: manter viva a chama da leitura, da escrita e da cultura em Zé Doca, fazendo da palavra um instrumento permanente de união, conhecimento e transformação.