Enquanto o fluxo de veículos pesados aumenta diariamente, o que se vê é a ausência total de sinalização horizontal adequada, inexistência de faixas de pedestres visíveis, falta de redutores de velocidade e quase nenhuma sinalização vertical eficiente.
Acidentes constantes e risco diário
Moradores que precisam atravessar a BR-316 relatam verdadeiro pânico. Crianças indo para a escola, trabalhadores retornando para casa, idosos tentando cruzar a pista — todos expostos a uma rodovia que corta a cidade como se estivesse em área rural.
Os acidentes se tornaram recorrentes. Colisões entre motos e carros, atropelamentos e manobras arriscadas fazem parte da rotina. E a pergunta ecoa:
Até quando vidas serão colocadas em risco por falta de sinalização básica?
Falta de estrutura mínima
Uma rodovia federal que corta um centro urbano exige, no mínimo:
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Faixas de pedestres bem demarcadas
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Placas de advertência e regulamentação
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Iluminação adequada
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Redutores de velocidade ou lombadas eletrônicas
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Sinalização refletiva noturna
O que se vê, porém, é um cenário de abandono.
De quem é a responsabilidade?
A BR-316 é uma rodovia federal, portanto sob responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).
A omissão, neste caso, não é apenas administrativa — é uma questão de segurança pública.
Quando uma rodovia federal corta uma cidade e não recebe a devida adaptação urbana, o resultado é previsível: acidentes, perdas irreparáveis e indignação popular.
A população cobra providências
Zé Doca não pode continuar convivendo com uma BR-316 sem estrutura compatível com a realidade urbana. A cidade cresceu. O fluxo aumentou. A demanda por segurança é urgente.
A população clama por:
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Sinalização imediata
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Estudo técnico de tráfego
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Implantação de redutores de velocidade
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Fiscalização constante
Chega de promessas. É hora de ação.
A BR-316 em Zé Doca não pode continuar “às traças”.
Porque quando o assunto é trânsito, prevenção salva vidas.
