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03 novembro 2026

BOMBA NA TV, FAZ O L: Governo Lula muda classificação dos “Desenhos Bíblicos” da Record e programa infantil agora só “é recomendado” depois das 20h. ENTENDA TUDO!

Davi contra Golias não é tão leve assim? Veja o que o Ministério da Justiça enxergou nas animações e por que a polêmica explodiu na internet


O que aconteceu?

O Ministério da Justiça mudou a classificação indicativa do programa Record Kids – Desenhos Bíblicos. Ele era livre para todas as idades e agora é não recomendado para menores de 12 anos. A mudança saiu no Diário Oficial da União na sexta-feira (29). otempo

Qual é o programa?

É o desenho que passa na Record aos domingos, das 9h às 10h30, desde 2003. Traz animações baseadas em histórias e personagens da Bíblia. Muita gente cresceu assistindo. otempo

O que o governo viu de errado?

O ministério apontou nas animações atos criminosos, drogas lícitas, violência e estigma ou preconceito. Com a nova nota, a recomendação passa a ser exibir o conteúdo a partir das 20h. Quem assinou foi um técnico: Eduardo de Araújo Nepomuceno, coordenador-geral de Políticas de Classificação Indicativa. otempootempo

E a reação?

A internet não perdoou. Internautas criticaram a decisão, principalmente por serem desenhos bíblicos exibidos há mais de duas décadas, e um seguidor falou em suposta tentativa de atingir famílias cristãs. Um pastor disse que o governo Lula classificou os desenhos como conteúdo de “atos criminosos e violência” e questionou o que considera um ataque a histórias de fé. otempozipnewsonline

Mas, afinal, o desenho vai ser PROIBIDO?

Não. E aqui está o ponto que quase ninguém está explicando:

  • Classificação indicativa não é censura. Ela é um aviso para pais e emissoras sobre faixa etária e horário.
  • O programa continua no ar. Nada na decisão publicada manda tirar a atração da grade.
  • A regra vale para todos. O critério é o mesmo para qualquer obra, religiosa ou não. A análise olha o que aparece na tela, como violência, drogas e discriminação.
  • A Bíblia tem de tudo. Guerras, mortes, traições e conflitos fazem parte de várias histórias, e as animações retratam isso.

O debate que fica

  • Quem critica diz que a medida é exagerada para um programa que acompanha as famílias há 20 anos e que dá margem à ideia de perseguição religiosa.
  • Quem defende diz que o critério é técnico e igual para todos, e que conteúdo com violência exige aviso aos pais, mesmo sendo bíblico.